Resultado da pesquisa

  • A proteína é o componente que mais interfere no crescimento animal, influenciando parâmetros como o ganho de peso, o consumo diário de ração e a conversão alimentar. Este componente orgânico esta constituído por unidades polimerizadas de aminoácidos, que são classificados em aminoácidos essenciais e não essenciais. Os aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, valina e isoleucina) fazem parte do grupo dos aminoácidos essenciais caracterizados por sua estrutura de cadeias laterais ramificadas, são oxidados como combustível principalmente pelos tecidos muscular, adiposo, renal e encefálico, tendo a capacidade de influenciar diretamente a síntese de proteína, além de possuir um efeito sinérgico com a insulina para estimular a captação de glicose pelas células. Estas características interessam aos nutricionistas que tem como objetivo otimizar dietas para suínos que permitam atender os requerimentos nutricionais dos animais, melhorando os parâmetros produtivos e evitando excessos de ingredientes nas dietas para diminuir a poluição ambiental. O objetivo desta revisão é facilitar o conhecimento e importância dos aminoácidos de cadeia ramificada na nutrição de suínos.

    Novembro - v. 11, No. 11, p. 1074-1187 (2017)
  • Foi conduzido um experimento no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa – UFV, objetivando-se estabelecer a relação de valina digestível com lisina digestível em rações para codorna japonesa na fase de postura. Foram utilizadas 480 codornas com idade inicial de 284 dias. As aves foram distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizados com seis tratamentos, dez repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal deficiente em valina, com 18,6% de proteína bruta e 2900 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-valina (0,051;0,101; 0,151; 0,202 e 0,252%) em substituição ao ácido glutâmico, em equivalente protéico, correspondendo às relações de valina digestível com lisina digestível de 0,75; 0,80; 0,85; 0,90; 0,95; 1,00%, respectivamente, permanecendo as rações isoprotéicas e isocalóricas, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados foram: consumo de ração (g/ave/dia), produção de ovos por ave dia (%), produção de ovos comercializáveis (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g/ave/dia), conversão alimentar por massa de ovos (kg de ração/kg de ovos), conversão alimentar por dúzia de ovos (kg de ração/dz de ovos), variação do peso corporal (g), peso dos componentes (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca) e gravidade específica (g/cm3). Não foram observadas mudanças significativas nos parâmetros avaliados em função das diferentes relações de valina com lisina digestível estudadas. Concluiu-se que a relação de valina digestível com lisina digestível de 0,75 na ração, proporciona resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovos para codornas japonesas em postura.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)

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