Resultado da pesquisa

  • Este trabalho estudou o comportamento da artéria aorta, focalizando sua origem, trajeto, e destino de suas ramificações. Utilizou-se cinco exemplares de Podocnemis unifilis, fêmeas, adultas, doadas pelo CENAQUA (Centro Nacional de Quelônios da Amazônia) situado na cidade de Goiânia-GO-Brasil. Canulou-se as artérias carótidas comuns através das quais se introduziu solução fisiológica a fim de desobstruir o sistema vascular, em seguida foi aplicado solução de Neoprene Látex “450” corada. Fixou-se o material preparado em solução de Formol a 10% por um período de 96 horas, após este desprendeu-se a carapaça de suas inserções, evidenciando as vísceras, e individualizamos a artéria aorta. Observou-se que os arcos aórticos direito e esquerdo unem-se em um ponto após sua origem no coração. O arco aórtico esquerdo emite a artéria gástrica, que surge cranialmente ao ponto de união dos arcos aórticos. Emite a artéria celíaca, que fornece as artérias pancreaticoduodenais cranial e caudal e as artérias mesentéricas cranial e caudal. Após a união dos dois arcos aórticos forma-se a artéria aorta e originam-se desta as artérias renais, epigástricas, ilíacas comuns e a artéria caudal. O arco aórtico direito não emite nenhum ramo antes da sua união com o arco aórtico esquerdo, portanto os principais ramos viscerais surgem do arco aórtico esquerdo ou diretamente da artéria aorta.

    Maio 1 - v. 5, No. 16, p. Art. 1100-1105 (2011)
  • Os jabutis estão presentes na ordem Testudinata. Como os jabutis estão se tornando mais comuns em cativeiro, o número de atendimentos veterinários cresce a cada dia. Com isso, este estudo avaliou a eficácia da utilização de lidocaína (2%) e bupivacaína (0,5%) por via espinhal em jabutis pirangas da espécie Chelonoidis carbonária. Foram utilizados 20 animais divididos em dois grupos, provenientes do plantel do LAPAS-UFU, um com lidocaína (2%), na dose de 4,6 mg/Kg, e o outro 1,15 mg/Kg de bupivacaína (0,5%), ambos em volume de 0,2 ml para cada 5 cm de carapaça. Os parâmetros avaliados foram a promoção de bloqueios motor e sensitivo nas regiões da cauda e membros pelvinos, e a existência de diferenças nos efeitos dos dois fármacos. Os resultados evidenciam que a técnica de anestesia espinhal é segura e eficaz, os anestésicos se mostraram seguros na promoção de anestesia por via espinhal em Chelonoidis carbonaria, e o tempo hábil dos anestésicos é suficiente, podendo ser utilizados como alternativa anestésica bastante eficiente para procedimentos cirúrgicos rotineiros. O tempo de efeito anestésico bupivacaína (0,5%)  na região da cauda/cloaca foi maior.

    Abr. 1 - v. 5, No. 12, p. Art. 1072-1078 (2011)

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