Resultado da pesquisa

  • O efeito de níveis de fósforo (0, 30, 60, 90 e 120 kg de P2O5 ha-1) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Megathyrsus maximus foi avaliado em condições de campo. A adubação fosfatada afetou positiva e significativamente a produção de matéria seca verde (MSV), teores de P, densidade populacional de perfilhos (DPP), número de folhas perfilho-1 (NFP), tamanho médio de folhas (TMF), índice de área foliar (IAF) e taxas de aparecimento (TAF), expansão (TEF) e senescência das folhas (TSF). Os máximos rendimentos de MSV, TAF, TEF, DPP, NFP, IAF e TMF foram obtidos com a aplicação de 96,1; 58,6; 69,8; 97,5; 64,4; 75,6 e 79,2 kg de P2O5 ha-1, respectivamente. O nível crítico interno de P, relacionado com 80% da produção máxima de MSV, foi estimado em 1,692 g kg-1. A eficiência de utilização de P foi inversamente proporcional às doses de P aplicadas.

    Novembro - v. 11, No. 11, p. 1074-1187 (2017)
  • O efeito do período de descanso (14, 21, 28, 35, 42 e 49 dias) sobre a produção e composição química da forragem e características morfogênicas e estruturais de Megathyrsus maximus cv. Mombaça foi avaliado em condições de campo. O aumento do período de descanso resultou em maiores rendimentos de matéria seca verde (MSV) e vigor de rebrota, contudo, implicou em decréscimos significativos dos teores de nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio. As taxas de aparecimento e expansão de folhas são inversamente proporcionais aos períodos de descanso, ocorrendo o inverso quanto ao comprimento médio de folhas (CMF), índice de área foliar (IAF) e taxa de senescência foliar. Os maiores rendimentos de MSV, vigor de rebrota, número de folhas vivas perfilho-1, CMF e IAF foram obtidos aos 36,4; 39,2; 40,8; 39,6 e 41,3 dias de rebrota. O período de descanso mais adequado para pastagens de M. maximus cv. Mombaça, visando a conciliar produção, vigor de rebrota e qualidade da forragem, situa-se entre 35 e 42 dias.

    Novembro - v. 11, No. 11, p. 1074-1187 (2017)
  • O efeito do período de descanso (14, 21, 28, 35, 42 e 49 dias) sobre a produção e composição química da forragem e características morfogênicas e estruturais de Urochloa brizantha cv. Xaraés foi avaliado em condições de campo. O aumento do período de descanso resultou em maiores rendimentos de matéria seca verde (MSV) e vigor de rebrota, contudo implicou em decréscimos significativos dos teores de nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio. O comprimento médio de folhas e suas taxas de expansão e senescência foram diretamente proporcionais aos períodos de descanso, ocorrendo o inverso quanto à taxa de aparecimento foliar. Os maiores rendimentos de MSV, número de folhas vivas, taxa de expansão foliar e índice de área foliar foram obtidos aos 40,8; 40,2; 26,2 e 48,2 dias de rebrota. O período de descanso mais adequado para pastagens de U. brizantha cv. Xaraés, visando a conciliar produção, vigor de rebrota e qualidade da forragem, situa-se entre 35 e 42 dias.

    Maio - v. 11, No. 05, p. 424-537 (2017)
  • O efeito da adubação nitrogenada (0, 60, 120, 180 e 240 kg de N ha-1) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Brachiaria brizantha cv. Marandu foi avaliado em condições de campo. A adubação nitrogenada afetou positiva e significativamente a produção de matéria seca verde (MSV), o perfilhamento, a senescência e as características morfogênicas e estruturais da gramínea. Os maiores rendimentos de MSV, taxa de expansão foliar, tamanho médio de folhas, número de folhas perfilho-1 e índice de área foliar foram obtidas com a aplicação de 221,5; 206,9; 188,6; 180,5 e 205,5 kg de N ha-1, respectivamente. A eficiência de utilização de N foi inversamente proporcional às doses de N aplicadas.

    Out. - v. 10, No. 10, p. 721-794 (2016)
  • O efeito de níveis de desfolhação (10, 15, 20, 25 e 30 cm acima do solo) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Brachiaria ruzizienis foi avaliado nos cerrados de Roraima. Os efeitos dos níveis de desfolhação sobre a produção de matéria seca verde, número de folhas perfilho-1, índice de área foliar e taxas de aparecimento e expansão de folhas foram quadráticos e os máximos valores registrados com cortes a 22,2; 17,7; 22,5; 17,1 e 25,2 cm acima do solo, respectivamente. A densidade populacional de perfilhos foi inversamente proporcional ao nível de desfolhação, ocorrendo o inverso quanto ao TMF e à taxa de senescência foliar. A eliminação de meristemas apicais foi incrementada com o aumento do nível de desfolhação. O vigor de rebrota foi direta e negativamente correlacionado com o nível de desfolhação.

    Out. - v. 10, No. 10, p. 721-794 (2016)
  • O efeito de níveis de fósforo (0, 30, 60, 90 e 120 kg de P2O5 ha-1) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Trachypogon plumosus foi avaliado em condições de campo. A adubação fosfatada afetou positiva e significativamente a produção de matéria seca verde (MSV), teores de P, número de perfilhos (NP), número de folhas/perfilho-1 (NFP), tamanho médio de folhas (TMF), índice de área foliar (IAF) e taxas de aparecimento (TAF) e expansão de folhas (TEF). Os máximos rendimentos de MSV, TAF, TEF, NP, NFP, IAF e TMF foram estimados com a aplicação de 91,3; 90,7; 84,3; 109,1; 92,3; 93,9 e 70,7 kg de P2O5 ha-1, respectivamente. O nível crítico interno de P, relacionado com 80% da produção máxima de MSV, foi estimado em 1,62 g kg-1. A eficiência de utilização de P foi inversamente proporcional às doses de P aplicadas, ocorrendo o oposto quanto à taxa de senescência foliar.

    Mai. - v. 10, No. 05, p. 356-447 (2016)
  • O efeito de níveis de potássio (0, 30, 60, 90 e 120 kg de K2O ha-1) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Trachypogon plumosus foi avaliado em condições de campo. A adubação potássica afetou positiva e significativamente a produção de matéria seca verde (MSV), teores de K, número de perfilhos (NP), número de folhas perfilho-1 (NFP), tamanho médio de folhas (TMF), índice de área foliar (IAF) e taxas de aparecimento (TAF), expansão das folhas (TEF). Os máximos rendimentos de MSV, TAF, TEF, NP, NFP, IAF e TMF foram obtidos com a aplicação de 97,1; 116,0; 94,8; 105,1; 106,5; 97,4 e 88,2 kg de K2O ha-1, respectivamente. O nível crítico interno de K, relacionado com 80% da produção máxima de MSV, foi estimado em 17,91 g kg-1. A eficiência de utilização de K foi inversamente proporcional às doses de K aplicadas, ocorrendo o oposto quanto à taxa de senescência foliar.

    Mai. - v. 10, No. 05, p. 356-447 (2016)
  • O efeito do período de descanso (21, 28, 35, 42 e 49 dias) sobre a produção e composição química da forragem e características morfogênicas e estruturais de Brachiaria brizantha cv. Marandu foi avaliado em condições de campo. O aumento do período de descanso resultou em maiores rendimentos de matéria seca verde (MSV) e vigor de rebrota, contudo implicou em decréscimos significativos dos teores de nitrogênio, fósforo e magnésio, enquanto que os de cálcio e potássio não foram afetados. O tamanho médio de folhas e suas taxas de expansão e senescência foram diretamente proporcionais aos períodos de descanso, ocorrendo o inverso quanto à taxa de aparecimento foliar. Os maiores rendimentos de MSV, número de folhas vivas, taxa de expansão foliar e índice de área foliar foram obtidos aos 38,8; 38,7; 27,4 e 47,8 dias de rebrota. O período de descanso mais adequado para pastagens de B. brizantha cv. Marandu, visando a conciliar produção, vigor de rebrota e qualidade da forragem, situa-se entre 35 e 42 dias.

    Abr. - v. 10, No. 04, p. 271-355 (2016)
  • O efeito de níveis de desfolhação (10, 15, 20, 25 e 30 cm acima do solo) sobre a produção de forragem e características morfogênicas e estruturais de Brachiaria brizantha cv. Marandufoi avaliado nos cerrados de Roraima. Os efeitos dos níveis de desfolhação sobre a produção de matéria seca, número de folhas/perfilho, tamanho médio de folhas, índice de área foliar e taxas de aparecimento e expansão de folhas foram quadráticos e os máximos valores registrados com cortes a 23,1; 18,6; 26,3; 24,1; 14,8 e 21,3 cm acima do solo, respectivamente. A densidade populacional de perfilhos foi inversamente proporcional ao nível de desfolhação, ocorrendo o inverso quanto à taxa de senescência foliar. A eliminação de meristemas apicais foi incrementada com o aumento do nível de desfolhação. O vigor de rebrota foi direta e negativamente correlacionado com o nível de desfolhação.

    Abr. - v. 10, No. 04, p. 271-355 (2016)
  • Estratégias de manejo de pastagens devem ser definidas a partir de conhecimentos integrados que levem em consideração a morfogênese e a ecofisiologia das plantas forrageiras tropicais bem como da ecologia do pastejo. A estratégia deve respeitar o equilíbrio entre processos de crescimento e desenvolvimento das plantas forrageiras e da interface planta-animal, fazendo com que as ações de manejo executadas sejam adaptadas e específicas para cada condição de uso e produção. Com isso, este estudo tem a premissa de descrever de forma atual as perspectivas dos sistemas de pastejo sobre lotação contínua e rotacionada ou intermitente.

    Set. 1 - v. 4, No. 29, p. Art. 905-910 (2010)
  • Objetivou-se com este trabalho avaliar as características morfogênicas e estruturais e de perfilhamento em cultivares de Panicum maximum cultivadas no litoral alagoano. O experimento foi realizado na Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde do Centro Universitário CESMAC, Campus Marechal Deodoro. Foram avaliadas três cultivares da espécie P. maximum (capins Mombaça, Tanzânia e Massai). O plantio foi realizado a lanço com sementes fornecidas pela Embrapa gado de corte em parceria com a Semp Sementes e Unipasto. Os dados experimentais foram comparados pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, o programa estatístico utilizado foi Assistat Beta versão 7.6. Dentre as cultivares de Panicum maximum cultivadas no litoral alagoano, o capim Massai foi o que se apresentou mais adaptado.

    Jan. 1 - v. 8, No. 01, p. 0001-0083 (2014)

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