Resultado da pesquisa

  • Este trabalho teve como objetivo descrever a anatomia da glândula parótida de cabras da raça Saanen, onde foram utilizadas vinte e seis cabeças de cabras domésticas, de ambos os sexos, onde as glândulas e seus ductos foram dissecados para realização da mensuração e determinação de sua morfologia, assim como o trajeto percorrido pelo ducto. Foram encontrados valores próximos, indicando simetria bilateral da glândula parótidas nestes animais, apresentando sucinto formato de “Y”. Seu ducto parte da extremidade ventral da glândula, seguindo lateralmente ao ângulo da mandíbula contornando o masseter, onde abaixo do músculo zigomático, desemboca na cavidade oral, na papila parotídea.

    Abril - v. 11, No. 04, p. 313-423 (2017)
  • O acesso à via epidural é de grande importância para diversos procedimentos realizados tanto na clínica como na cirurgia veterinárias. A necessidade de se conhecer a respeito da anatomia e topografia desta região é imprescindível para que o médico veterinário possa obter sucesso em tais técnicas.Com o intuito de determinar a melhor localização para realização da técnica de acesso à via epidural, quer para anestesia epidural, exames de mielografia, coleta de líquor, entre outros, o presente trabalho teve como objetivo descrever a anatomia do cone medular de cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), particularmente sua esqueletopia. Para a realização do presente trabalho seis animais adultos, de ambos os sexos, foram dissecados, retirando-se a musculatura da coluna lombar e sacral para identificação das vértebras, as quais foram seccionadas em seus arcos vertebrais para exposição da medula espinhal. Foi identificado o cone medular, medido com auxílio de paquímetro e identificada a sua esqueletopia. Foi observado, em todos os animais estudados, a presença de sete vértebras lombares (L). O cone medular mostrou-se com a base situada em L5 (50% dos animais), ou entre L5 e L6 (50%) e o ápice em L6 (66.7%), entre L6 e L7 (16.7%) ou em L7 (16.7%). O comprimento médio do cone medular observado foi de 16.62 + 7.33 mm. Como o ápice do cone medular não ultrapassa o espaço lombossacro. Concluímos que neste espaço é possível a realização do acesso ao espaço epidural sem riscos de lesionar a medula espinhal do animal.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • Realizou-se a biometria de 300 neonatos de tartaruga-da-Amazônia, oriundos de 30 ninhos naturais localizados na Área de Proteção Ambiental (APA) - Meandros do rio Araguaia, Goiás, Brasil. Após a eclosão e absorção total do vitelo, os recém-nascidos foram retirados de seus ninhos e mantidos em bandejas plásticas identificadas. Foram aferidas as medidas do comprimento (CC) e largura da carapaça (LC) e do comprimento (CP) e largura do plastrão (LP) por meio de um paquímetro de precisão 0,10 mm. Além da aferição das medidas, fez-se a pesagem dos espécimes em uma balança com precisão 1,00 g. Foram obtidos os valores médios (cm) de CC (4,69 ± 0,21); LC (4,34 ± 0,24); CP (4,20 ± 0,18); LP (3,26 ± 0,15), e massa corporal (g) (26,80 ± 2,46).Os dados apresentados são os primeiros para a espécie na região e poderão servir de referência para estudos subsequentes.

    Maio 3 - v. 4, No. 19, p. Art. 837-842 (2010)
  • O aumento da estrutiocultura no Brasil ocorreu em função da legislação vigente, a Portaria n0 36 de 15 de março de 2002, onde o Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (MAPA) classifica o avestruz no contexto de avicultura industrial, não sendo mais considerada, uma ave exótica, mas sim doméstica. Os avestruzes estão sujeitos a muitas enfermidades que também acometem as aves domésticas. O conhecimento científico acerca das doenças de avestruzes é incompleto e fragmentado, e detalhes específicos sobre aspectos de diagnóstico de doenças, dentre outros tópicos, são completamente inexistentes na maioria dos casos. Diante deste contexto, este estudo teve a intenção de avaliar a morfometria cardíaca de seis avestruzes através da mensuração dos perímetros: das valvas atrioventriculares esquerda e direita, assim como o da valva aórtica e da valva pulmonar, e o do sulco coronário. Também foram mensuradas a espessura do septo interventricular, espessura da parede de ventrículos direitos e esquerdo, e a distância do sulco coronário ao ápice cardíaco. Os dados morfométricos obtidos tornam-se relevantes devido à carência de dados na literatura a respeito da anatomia cardíaca de avestruzes.

    Mar. 4 - v. 5, No. 11, p. Art. 1065-1071 (2011)
  • Objetivou-se, avaliar morfometricamente o forame mandibular, em espécimes de Cachorro do Mato Vinagre (Speothos Venaticus) visando compreender de forma mais precisa sua localização, para que tenhamos um bloqueio anestésico local mais efetivo do nervo alveolar mandibular. Foram utilizados 20 hemi-mandíbulas de Cachorro do Mato Vinagre (Speothos Venaticus) adultos, sem definição de sexo. Com auxílio de um paquímetro milimetrado tipo universal, foram mensurados 6 pontos de referência, LONG (da borda mais lateral do processo condilar até o primeiro dente incisivo inferior); TRANS (da borda ventral até a borda dorsal da mandíbula entre o segundo dente pré-molar e o primeiro dente molar inferiores); FVENTRAL (da borda mais rostral do forame mandibular até a borda ventral da mandíbula); ANG (da extremidade da borda mais rostral do forame mandibular até o processo angular da mandíbula); COND (extremidade da borda mais rostral do forame mandibular até a borda medial do processo condilar da mandíbula) e COR (da borda mais rostral do forame mandibular até a borda medial do processo condilar da mandíbula). Os dados obtidos foram analisados através de estatística descritiva e, também pelo o teste T de Student com p=0,05 onde observou-se que para um melhor bloqueio anestésico local do nervo alveolar inferior a agulha deverá ser inserida de 21,45 a 21,94 mm a partir do processo angular e 13,11 a 14,01 mm da borda ventral da mandíbula.

    Jul. 2 - v. 8, No. 14, p. 1698-1821 (2014)
  • O objetivo do presente estudo foi avaliar os aspectos morfométricos, ultra-estruturais e histológicos das estruturas presentes nos ovários de fêmeas zebuínas. Foram utilizadas dez fêmeas bovinas. Nas fêmeas que foram sincronizadas, seguiu-se o protocolo convencional utilizado na técnica de inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Os ovários foram avaliados com auxílio do ultrassom antes da sincronização e no dia da cirurgia. No dia 0 do ciclo estral, dois animais foram ovariectomizados, sendo que os demais passaram pelo mesmo processo nos respectivos dias: D5, D11, D14 e D19. Na avaliação macroscópica todas as estruturas foram consideradas. Os ovários tiveram os seus eixos máximos aferidos. Para as técnicas de histologia todos os ovários foram processados e as lâminas avaliadas. Ao exame ultrassonográfico, constatou-se que a média do comprimento e da largura dos ovários não tiveram ampla variação, além de três dos animais terem apresentado corpo lúteo no ovário direito. Após a ovariectomia a mensuração do comprimento e largura dos ovários também foi realizada concluindo-se que não há uma diferença significativa entre a mensuração morfométrica das fêmeas em anestro e ciclando. Histologicamente, as estruturas encontradas nos ovários das vacas diferem-se somente pela quantidade de folículos primordiais. 

    Abr. 1 - v. 8, No. 07, p. 0697-0829 (2014)

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