Resultado da pesquisa

  • Conforme demonstram vários estudos, a nutrição de cães hospitalizados é de extrema importância para a recuperação do paciente. Porém, infelizmente, muitas vezes esse aspecto é negligenciado na Medicina Veterinária. Assim, desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de esclarecer a importância da implementação de suporte nutricional adequado para cães internados e sua relação com os quadros clínicos mais comumente encontrados na rotina.

    Setembro - v. 11, No. 09, p. 840-946 (2017)
  • A fibra representa um componente indispensável e um dos principais itens da dieta de ruminantes, que dependendo de suas características físicas e químicas pode interferir diretamente na fisiologia digestiva do rúmen. Na prática, a fibra no balanceamento das rações recebe termos diferenciados, de acordo com suas características de solubilidade e degradação. Dentre esses termos, inclui FB (fibra bruta), FDN (fibra em detergente neutro) e FDA (fibra em detergente ácido), sendo a FDN mais relacionado aos carboidratos estruturais (celulose, hemicelulose e pectinas), o qual é mais utilizado por interferir no aproveitamento da dieta pelo animal, em que sua quantidade pode estimular ou inibir o consumo de alimento pelos ruminantes. Com base nas características físicas da FDN surgiram dois conceitos: FDN fisicamente efetiva (peFDN) relacionada ao tamanho da partícula e FDN efetiva (eFDN) relacionada a capacidade do alimento em manter o percentual de gordura do leite. O termo FDA refere-se a celulose, lignina, sílica e proteína, sendo utilizada para quantificar a hemicelulose por diferença da FDN. A fibra estimula a mastigação, serve como substrato aos microrganismos, contribui para manutenção dos padrões fermentativos e estabilidade do ambiente ruminal. Assim, a fibra na dieta de ruminantes quando não disponibilizada em quantidade e qualidade aos animais, pode comprometer o desempenho e interferir nas características dos seus produtos finais, além de causar distúrbios no metabolismo energético dos animais.

    Jul. - v. 10, No. 07, p. 513 - 579 (2016)
  • O cromo é um mineral existente em diferentes valências, sendo que a hexavalente é considerada tóxica. Para suplementação animal, a valência utilizada é a trivalente, onde há relatos de total segurança para animais. O cromo atua como potencializador da atividade da insulina, além de exercer alguns efeitos diretos ou indiretos no metabolismo de lipídios, carboidratos e proteínas. Trabalhos demonstram que a presença do cromo diminui o cortisol, quando animais estão passando por estresse. E ainda, há relatos da atividade direta do cromo com sistema imunológico. Em peixes, acreditam-se que fontes inorgânicas e orgânicas podem proporcionar efeitos positivos na atividade da insulina, cortisol, no sistema imunológico e no metabolismo de lipídios, carboidratos e proteínas. Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica acerca de trabalhos realizados com diferentes espécies de peixes com suplementação de cromo, demonstrando alterações em cortisol, glicose, colesterol, sistema imunológico e no metabolismo de proteínas e carboidratos.

    Jul. 2 - v. 5, No. 25, p. Art. 1157-1164 (2011)
  • O uso de bioestimulantes na cultura da cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) é uma prática de manejo que potencialmente pode incrementar sua produtividade e o seu rendimento industrial, favorecendo o bom desempenho dos processos vitais da planta, permitindo obter melhores e maiores colheitas, mesmo sob condições ambientais adversas. Para o efeito desejado com o uso de bioestimulantes específicos é importante conhecer o processo regulado pelo hormônio ou grupo de hormônios, a dose necessária para manipular o processo, bem como o órgão da planta onde ocorrerão as reações biológicas. Por sua composição de múltiplos hormônios em baixas concentrações, bem como pelas pequenas doses recomendadas, a aplicação isolada de um bioestimulante dificilmente poderá regular ou manipular completamente um processo fisiológico. O bioestimulante será um complemento no auxílio da manutenção fisiológica, o que pode ser muito importante em condições ambientais (seca, geada) ou bióticas limitantes (pragas e doenças).

    Jun. 3 - v. 5, No. 22, p. Art. 1136-1142 (2011)
  • Diversos estudos com administração de somatotropina (bST) em ruminantes têm sido realizados em todo o mundo. Tem se observado respostas na produção de leite e na persistência da lactação com a utilização do bST em raças leiteiras. Porém, a qualidade do manejo é o fator que mais afeta a resposta produtiva de leite com o uso do bST. Com os conhecimentos dos mecanismos de ação que envolve uma série de mudanças no metabolismo dos tecidos corporais, mais nutrientes podem ser utilizados na síntese do leite. O bST pode melhorar o retorno econômico, e este é o principal objetivo de qualquer fazenda, então respostas produtivas com o uso do bST devem ser economicamente avaliados. Desta forma objetivo-se com esta revisão apresentar alguns mecanismos de ação do hormônio e sua resposta no desempenho de ruminantes.

     

    Jun. 1 - v. 5, No. 20, p. Art. 1124-1129 (2011)

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