Resultado da pesquisa

  • O prolapso retal é uma protrusão ou eversão da mucosa retal sendo mais relatada em animais jovens, geralmente sendo uma consequência de distúrbios subjacentes que causam esforço intestinal e persistente, dentre outras causas. O objetivo do presente trabalho foi relatar o caso de um felino sem raça definida, com 2 meses de idade, atendido no Hospital Veterinário Metropolitano, Caucaia, Ceará, Brasil, apresentando anorexia, prostração e prolapso do reto com necrose. Foram realizados exames laboratoriais para avaliar funções biológicas do paciente. O tratamento cirúrgico eleito consistiu na aplicação de âncoras transversais e ressecção da massa prolapsada e aplicação de suturas únicas separadas para fazer a anastomose. O paciente foi acompanhado nas semanas seguintes e mostrou um retorno às funções fisiológicas normais da defecação, sem complicações de incontinência fecal. Conclui-se que a amputação retal pode ser uma alternativa para o tratamento cirúrgico do prolapso retal em felinos.

  • A ruptura do ducto torácico idiopático é de ocorrência rara em medicina veterinária. Sua fisiopatologia apresenta-se de forma obscura. O presente relato descreve a admissão de felino fêmea, 5 anos de idade, no setor de emergência e terapia intensiva do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais cursando com dispneia, sons torácicos abafados, e grande volume de líquido de aspecto quiloso após punção torácica. Pela rápida coleção de fluido pleural após punção, juntamente com o aspecto laboratorial da efusão, suspeitou-se de ruptura do ducto torácico idiopático, haja vista que o paciente não havia histórico de trauma, nem acesso a rua. Após toracotomia, verificou-se a ruptura total do ducto torácico, na altura da 9o vértebra torácica, no qual realizou-se uma ligadura. O paciente evoluiu de forma satisfatória, recebendo alta dez dias após o procedimento cirúrgico. Conclui-se que a ruptura do ducto torácico acarreta importante alteração na fisiologia do paciente, exigindo preparo do médico veterinário por se tratar de situação de emergência pelas grandes alterações sistêmicas que causa.

    Dezembro - v. 11, No. 12, p. 1188-1297 (2017)
  • O objetivo deste trabalho é relatar o parasitismo gastrointestinal em gatos atendidos no Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS (HCV/UFRGS), no período de 2014 a 2016. Foram analisadas amostras fecais de 339 felinos domiciliados da cidade de Porto Alegre, RS. As amostras foram processadas pelos métodos de Willis-Mollay, Lutz e Faust. Do total, 31,85% (108) apresentaram resultado positivo. Os parasitos de maior prevalência foram Ancylostoma spp. (40,74%), Cystoisospora spp. (21,29%) e Toxocara spp. (12,96%). Conclui-se que a prevalência mais alta ocorreu no ano de 2016, sem diferença para machos e fêmeas. Mesmo em baixa prevalência, parasitos dos gêneros Paragonimus, Spirometra e Giardia demandam atenção devido ao potencial zoonótico, o que torna o papel do médico veterinário de extrema importância participando da difusão e conscientização sobre a relevância destas parasitoses

    Novembro - v. 11, No. 11, p. 1074-1187 (2017)
  • A pesquisa foi desenvolvida no Hospital Veterinário, do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde foram utilizadas 15 gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomia (OSH), hígidas e com idade entre um e três anos, com peso que variou entre três e quatro quilos, distribuídas em três grupos, submetidas à ovariosalpingohisterectomia. Os animais foram pré-medicados com acepromazina 2%, 0,05mg/kg. O cloridrato de cetamina 50mg/ml, 10mg/kg e diazepam 5mg/ml, 0,5mg/kg, foram utilizados para a indução anestésica e a manutenção foi feita utilizando-se o cloridrato de cetamina na dose de 4 mg/Kg. Em seguida, foram submetidas a anestesia epidural sacrococcígea utilizando-se apenas clonidina na dose de 20μg/kg ou xilazina na dose 2mg/kg ou solução salina (placebo) 1ml/3,5kg. Os animais foram avaliados quanto aos parâmetros hemodinâmicos, respiratórios e temperatura corporal, além da avaliação do potencial analgésico e intensidade do bloqueio alcançado a partir da mensuração de glicose, lactato e cortisol, desde o período pré-anestésico até o término da cirurgia. 

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • Sabe-se que a casuística de gatos que apresentam sinais clínicos referentes ao trato urinário inferior (STUI) no mundo inteiro é enorme. Mas, reconhece-se também que, na maioria desses casos, não se conhece a causa específica que desencadeia tais sinais, assim como, sinais referentes a outros sistemas que por ventura venham a ser acometidos anteriormente ou concomitantemente aos STUI. O objetivo desse trabalho é investigar quais as evidências existentes atualmente sobre a cistite idiopática/intersticial felina (CIF) e como que se dá a abordagem do paciente felino para essa síndrome: quais perguntas devem ser feitas ao tutor, os achados dos exames físico e complementar, bem como os tratamentos mais indicados em cada caso em particular.

    Setembro - v. 11, No. 09, p. 840-946 (2017)
  • O megacolón é uma expançaõ na luz no colón, com desfunção da musculatura lisa, levando a retenção de fezes. Este pode ser causado por traumas físicos, distúrbios metabólicos, neurologicos, comportamentais, por endocrinopatias ou ser idiopático. Quando idiopático acomete animais em média de 5 anos de idade, que vão apresentar aquesia, tenesmo, anorexia, vômito, emagrecimento e apatia. O diagnóstico definitivo é feito com radiografia abdminal. O tratamento pode ser conservativo ou cirúrgico podendo ser feito colectomia total ou parcial. O presente trabalho relato o caso de um felino, macho, castrado, com 22 anos de idade, com histórico de constipação recorrente e megacolón idiopático. Este foi conduzido cirurgicamente com técnica de colectomia total, a qual apresentou bons resultados como tratamento.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • A quimioterapia metronômica vem ganhando espaço na medicina veterinária graças a sua facilidade em realizar o tratamento e o seu baixo custo, assim os proprietários estão aceitando com mais facilidade em submeter os seus animais a esse tratamento. Outra vantagem da metronômica em relação a quimioterapia com dose máxima tolerada é os seus efeitos colaterais serem mais brandos. A escolha do tipo de tratamento quimioterápico depende do estado geral do paciente e dos critérios adotados pelo Médico Veterinário. O presente trabalho teve como objetivo mostrar os resultados do tratamento com a quimioterapia metronômica em um gato, diagnosticado com carcinoma de células de transição na região de trígono vesical, sem expor o animal a uma cirurgia para retirada de amostra para a realização do exame histopatológico. O foco desse tratamento consiste na melhoria da qualidade de vida do paciente e conseguir curar ou controlar a sua doença.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • O Puma yagouaroundi (gato-mourisco) é um felino que apresenta vasta distribuição geográfica no Brasil, podendo ser encontrado em vários biomas. Na literatura observa-se escassez de trabalhos sobre sua anatomia macroscópica. O objetivo do trabalho foi a descrição macroscópica do sistema reprodutor masculino visando a obtenção de informações que possam ser úteis ao manejo reprodutivo da espécie. O estudo foi realizado em um cadáver macho doado ao Laboratório de Anatomia Veterinária pelo Hospital Veterinário da Universidade Federal de Campina Grande. O animal foi fixado em formal a 10 % para posterior dissecação e descrição do sistema reprodutor masculino. Foram identificadas as seguintes estruturas funcionais do aparelho genital masculino do gato-mourisco: escroto, pênis, testículos, epidídimos, ductos deferentes e as glândulas genitais acessórias, identificando-se apenas a próstata, não possuindo as glândulas bulbouretrais e vesiculares. O escroto com seus constituintes internos situa-se na região subanal. Os testículos apresentaram formato ovóide, posicionado perinealmente, dentro do escroto. O ducto deferente compreende uma estrutura longa, contínua a cauda do epidídimo, desembocando na superfície craniodorsal da próstata. O pênis mostrou-se um órgão curto, achatado látero-lateralmente com presença de espículas e localizado dentro do prepúcio.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • Objetiva-se com esta revisão, descrever as principais características de três tipos de prolapsos comumente observados na rotina clínico-cirúrgica de pequenos animais: prolapso de vagina, útero e reto. São afecções que podem ser confundidas entre si e que dependendo de cada situação possui um tipo de tratamento distinto, variando desde apenas a redução manual do conteúdo até a ressecção do tecido prolapsado.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • A atresia anal é uma anomalia de caráter congênito e de rara incidência em cães e gatos. Os proprietários de filhotes com anomalias anorretais congênitas, geralmente procuram ajuda profissional com duas a seis semanas, em média, de idade do seu animal, pois observam ausência de defecação pela anomalia das estruturas perianais ou pela expulsão destas fezes por orifícios impróprios. A atresia anal consiste em uma deformidade da abertura anal e reto terminal, resultando na oclusão da saída anal. Alterações congenitas podem ocorrer nos cães e gatos e a atresianal resulta no fechamento da saída anal podendo ter via anormal das fezes pela vagina assim como pela uretra. Objetivou-se relatar o atendimento clínico de uma gata com atresia anal e fístula retovaginal, bem como descrever os achados em exames complementares e tratamento. Realizou-se a hemograma, uréia, creatinina, radiografia e ultrassonografia abdominal, onde evidenciou-se o reto preenchido com conteúdo fecal projetado em região perineal, com provável comunicação vaginal. O animal foi submetido ao tratamento cirúrgico corretivo e reconstrutivo das vias terminais do aparelho digestório e reprodutor.
    O procedimento cirúrgico foi o tratamento indicado para correção desta anomalia congênita.

    Dez. - v. 10, No. 12, p. 873-945 (2016)
  • . O presente relato tem como objetivo descrever um caso de obstrução uretral em um felino macho, sem raça definida de três meses de idade. Suspeitou-se de um quadro obstrutivo durante a anamnese e exame físico, ao qual o paciente se encontrava apático, estado de desidratação leve e vesícula urinária distendida. Após realização de exames complementares, realizaram-se três tentativas de sondagem uretral com cateter intravenoso flexível, ambas demonstrando insucesso. O paciente então, foi encaminhado para cirurgia, procedendo-se amputação total peniana, orquiectomia e uretrostomia perineal; porém devido intercorrências anestésicas o paciente veio a óbito em virtude de duas paradas respiratórias e duas cardiorrespiratórias.

    Out. - v. 10, No. 10, p. 721-794 (2016)
  • Uma enfermidade de grande importância na Clínica Médica de Pequenos Animais é a Doença do Trato Urinário Inferior dos Felinos (DTUIF) que, se não tratada a tempo, pode levar secundariamente a complicações renais. Com a finalidade de se detectar lesão glomerular, médicos veterinários utilizam parâmetros como a dosagem de ureia e creatinina plasmática no auxílio ao diagnóstico. Entretanto, tais substâncias só identificam lesão renal quando, no mínimo, 75% dos néfrons estão funcionalmente comprometidos, não sendo favorável, já que o desejado é um diagnóstico precoce. A utilização da análise da razão proteína/creatinina urinária é uma alternativa, pois através desta determinação pode detectar um comprometimento renal quando apenas 25% do parênquima for afetado. Objetivou-se avaliar a importância da utilização da determinação da razão proteína/creatinina urinária no diagnóstico precoce de lesão renal secundaria à Doença do Trato Urinário Inferior de Felinos. Foram incluídos na presente pesquisa, 12 gatos atendidos na Clínica Médica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da UFCG, campus de Patos, diagnosticados com Doença do Trato Urinário Inferior de Felinos no período de agosto de 2013 a julho de 2014. Os resultados demonstraram que 66,6% dos gatos obtiveram valores da razão proteína/creatinina urinária < 0,2 e 33,4% tiveram valores entre 0,2 e 0,4. O que significa dizer que os animais não desenvolvem, até então, nenhuma evidência de doença renal. A razão proteína/creatinina urinária pode ser útil como meio de diagnóstico no acompanhamento desses e de outros casos de felinos com Doença do Trato Urinário Inferior.

    Mai. - v. 10, No. 05, p. 356-447 (2016)
  • Descreve-se um caso de histoplasmose disseminada em um felino fêmea com dois anos de idade, que residia em um sítio no município de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul. O animal apresentava lesões ulceradas e nodulares nas junções mucocutâneas palpebral, oral, anal, na língua e palato duro a cerca de duas semanas. Foram executados: exame de sangue, radiografia torácica, biópsia incisional, cultura micológica e exame histopatológico. Ao exame histopatológico a lesão é constituída por reação inflamatória piogranulomatosa difusa com predomínio de macrófagos contendo numerosas formas fúngicas e caracterizada no exame micológico como Histoplasma capsulatum.

    Mar. - v. 10, No. 03, p. 190-270 (2016)
  • A transfusão sanguínea representa uma valiosa ferramenta terapêutica emergencial, podendo ser até perigosa, e cujos efeitos benéficos são temporários. A terapia transfusional visa suprir as necessidades básicas para manter a vida do animal, para que haja tempo de serem tomadas as medidas específicas contra a causa primária da anemia. A tendência atual é buscar, sempre que possível, fracionar o sangue total e utilizar seus componentes, de acordo com as necessidades do paciente, a fim de reduzir os riscos de sobrecarga de volume e de reações adversas por exposição a antígenos estranhos. Existem basicamente seis grupos sanguíneos caninos, que são designados pelo principal antígeno do grupo sanguíneo (AEC 1.1, 1.2, 3, 4, 5 e 7). Foram identificados três grupos sanguíneos em felinos, denominados A, B e AB. O grupo A é o mais comum. Ao contrário do que ocorre com os cães, gatos podem apresentar anticorpos naturais, de forma que podem surgir reações transfusionais logo na primeira transfusão. Assim, a transfusão sanguínea constitui uma forma importante de terapia, capaz de salvar a vida do animal, desde que sejam tomadas as devidas precauções em relação à administração, sempre na tentativa de reduzir as possibilidades de reações transfusionais.  

    Jun. 3 - v. 4, No. 23, p. Art. 865-871 (2010)
  • Avaliou-se a eficácia das campanhas de vacinação anti-rábica animal em Teresina-PI, no período 2007/2008, levando em consideração a cobertura vacinal e a estimativa da população canina e felina. O perfil dessa população animal foi traçada a partir dos dados coletados nas citadas campanhas pela Gerência de Zoonoses e cedidos para o presente estudo. No ano de 2007 foram vacinados 119.459 animais (99,3% da meta), e em 2008, 106.517 animais, o que corresponde a 92,2% da meta estabelecida. Nas campanhas estudadas, a maioria dos animais vacinados foi da espécie canina, 74,66% e 77,72% respectivamente, bem como do sexo masculino (59,05% e 58,41%). Observou-se que, no período estudado, a população animal teve uma estimativa de crescimento de 0,02 % apenas, o que superestima as coberturas vacinais. Com relação ao perfil dos animais, corroborou-se com estudos anteriores, onde os cães machos são a preferência dos criadores de animais domésticos de estimação. 

    Abr. 3 - v. 4, No. 15, p. Art. 809-815 (2010)
  • Os parasitas gastrointestinais são agentes patogênicos muito encontrados em animais de companhia, ocasionando sérios transtornos. Devido a sua incidência e resistência dos parasitas aos medicamentos comumente usados muitas plantas vêm sendo estudadas para serem usadas no tratamento de várias doenças, como por exemplo a Mentha crispa. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da Mentha crispa comparativamente com o febendazole no tratamento de parasitoses em cães e gatos. Foram utilizados quatro cães e seis gatos para o tratamento com fembendazol e seis cães e cinco gatos, para a Mentha crispa. Como resultados, tanto o extrato de Mentha crispa como o fembendazole foram eficazes após a primeira administração contra os parasitos encontrados nos cães, exceto para Giardia sp., sendo no entanto eficazes contra esta espécie após a segunda administração. Para os gatos, os dois tratamentos utilizados não foram eficazes contra o protozoário, que foi o único gênero de parasita encontrado nos animais dessa espécie doméstica avaliados neste estudo.

    Out. 4 - v. 5, No. 39, p. Art. 1251-1257 (2011)
  • A Esporotricose e a Leishmaniose Tegumentar são duas dermatoses que acometem cães e gatos, além de possuírem alto potencial zoonótico. Por apresentarem lesões semelhantes nos animais acometidos, se torna essencial a caracterização epidemiológica, sintomatológica, métodos efetivos de diagnóstico e controle, a fim de se escolher a abordagem terapêutica mais conveniente ao caso e como conseqüência proteção dos seres humanos quanto às estas enfermidades.

    Out. 3 - v. 5, No. 38, p. Art. 1245-1250 (2011)
  • A hemivértebra é uma anomalia que na maioria das vezes é assintomática, entretanto, é a alteração vertebral congênita que mais frequentemente resulta em sinais neurológicos da medula espinhal. O fato de ser na maioria dos casos um achado radiológico acidental faz com que esta enfermidade seja discutida de forma superficial, a despeito do quadro clínico neurológico grave com a progressão da doença. O objetivo deste trabalho é descrever as causas desta anomalia em cães e gatos, bem como ressaltar a patogenia, os sinais clínicos, os meios de diagnóstico e modalidades de tratamento.

    Set. 1 - v. 5, No. 32, p. Art. 1205-1211 (2011)
  • Antiinflamatórios não esteróides são um grupo de drogas usado com freqüência tanto em humanos como em animais. São usados principalmente no tratamento da dor, inflamações e febre. O mecanismo primário de ação dos antiinflamatórios não esteróides é a inibição da cicloxigenase. Isto resulta na redução da síntese de prostaglandinas que são mediadoras da inflamação. Esta inibição também causa muitos efeitos colaterais, particularmente no trato gastrointestinal e nos rins. É possível reduzir os riscos de efeitos colaterais conhecendo os fatores predisponentes e administração de medicações profiláticas. Este artigo revisa os efeitos colaterais de AINEs em cães e gatos. Os mecanismos que são responsáveis pelos efeitos adversos são descritos bem como os fatores de risco, prevenção e algumas descobertas recentes para o desenvolvimento de futuros AINEs

    Jan. 1 - v. 6, No. 01, p. Art. 1264-1269 (2012)
  • Doença renal policística (DRP) é uma doença genética que acomete  frequentemente gatos persas. Os animais acometidos apresentam cistos renais.Um paciente felino da raça Persa foi atendido no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal do Piauí em Teresina. No exame clínico observou-se aumento no abdômen cranial, mucosas normocoradas, desidratação 7% e temperatura retal de 37,8ºC, após o exame ultrassonográfico  constatou a presença de cistos renais bilaterais.O trabalho objetivou relatar um caso de um felino da raça persa.

    Mar. - v. 9, No. 03, p. 101 - 157 (2015)

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