Resultado da pesquisa

  • O Hepatozoon spp. é um protozoário, transmitido por artrópodes (carrapatos, ácaros, piolhos, entre outros) que podem atuar como hospedeiros definitivos, responsáveis por causar a Hepatozoonose. Os sinais clínicos incluem anorexia, mucosas pálidas, febre, poliúria, polidipsia, vômitos, diarréia, fraqueza, depressão, ataxia dos membros posteriores, emaciação e linfadenopatia periférica. O diagnóstico é feito através da identificação dos gamontes em neutrófilos ou monócitos, podendo muitas vezes o parasita ser encontrado casualmente em cães sem sinais clínicos, reafirmando o relato em questão, onde o animal não apresentou a sintomatologia da doença, mas houve a identificação de gamontes em neutrófilos. O tratamento foi feito com a associação de dipropionato de imidocarb e doxiciclina como é preconizado na literatura.

    Mar. - v. 11, No. 3, p. 207-312 (2017)
  • domiciliados ou errantes provenientes do município de Apodi, Rio Grande do Norte. De janeiro a dezembro de 2008, 110 cães foram examinados para presença de ectoparasitos. Os parasitas foram coletados manualmente, conservados em álcool 70ºGL e identificados com auxílio de microscópio e estereomicroscópio. A infestação por carrapato acometeu 47 cães (55,9%), sendo mais frequente o parasitismo pelo Rhipicephalus sanguineus que parasitava 44 cães (52,4%), seguido por R. microplus (2,4%) e Dermacentor nitens (1,2%). As infestaçõe mistas acometeram 22 cães (26,2%), sendo mais frequente por R. sanguineus e Ctenocephalides felis (14,3%). Dos animais parasitados, C. felis foi a única espécie de pulga identificado neste estudo, parasitando 15 cães (17,8%) do total de animais examinados. A espécie de piolhos encontrados foram H. spiniger em infestações mistas com R. sanguineus e C. felis. Os resultados indicaram que os animais estudados são importantes hospedeiros de ectoparasitos que podem atuar como vetores de vários agentes infecciosos para outros animais e para humanos.

    Abr. 2 - v. 4, No. 14, p. Art. 802-808 (2010)
  • O estudo morfométrico permite a observação de variações no tamanho de estruturas consideradas importantes para identificação de ectoparasitos que acometem os animais selvagens. Nesta linha, o presente trabalho objetivou delimitar algumas áreas na placa esternal do Phthiraptera Gliricola quadrisetosa e realizar a morfometria para complementar a descrição desta estrutura considerada importante para taxonomia deste piolho. Utilizou-se 30 espécimes fêmeas de G. quadrisetosa recuperados de Galea spixii. Os piolhos foram clareados e montados entre lâmina e lamínula para observação da placa esternal através da microscopia óptica de luz. Os dados foram apresentados na forma de média simples e desvio padrão. As áreas delimitadas para morfometria corresponderam a: porção que parte da concavidade até a base, porção superior e mediana e comprimento a partir do 2º par de patas até a base. Estas apresentaram respectivamente medida de 18,4+3,5; 8,7+0,9; 1,4+0,1 e 12,8+3,3μm. A morfometria realizada contribuiu para padronização da Taxonomia da placa esternal de Gliricola quadrisetosa

    Out. 3 - v. 5, No. 38, p. Art. 1245-1250 (2011)

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