Resultado da pesquisa

  • O megacolón é uma expançaõ na luz no colón, com desfunção da musculatura lisa, levando a retenção de fezes. Este pode ser causado por traumas físicos, distúrbios metabólicos, neurologicos, comportamentais, por endocrinopatias ou ser idiopático. Quando idiopático acomete animais em média de 5 anos de idade, que vão apresentar aquesia, tenesmo, anorexia, vômito, emagrecimento e apatia. O diagnóstico definitivo é feito com radiografia abdminal. O tratamento pode ser conservativo ou cirúrgico podendo ser feito colectomia total ou parcial. O presente trabalho relato o caso de um felino, macho, castrado, com 22 anos de idade, com histórico de constipação recorrente e megacolón idiopático. Este foi conduzido cirurgicamente com técnica de colectomia total, a qual apresentou bons resultados como tratamento.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • A Oncologia Veterinária tem tido muita demanda, especialmente pelo aumento da longevidade dos cães e pela maior ocorrência de neoplasias em animais idosos. Foi atendida uma cadela, sem raça definida, 8 anos, apresentando massa tumoral ulcerada na região frontal da cabeça. Esta foi submetida a exames pré-operatórios. Em seguida, a exérese do tumor com ampla margem de segurança. Foi realizado exame histopatológico dos fragmentos tumorais coletados, diagnosticando-o como carcinoma de células basais.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • Grande valia é dada à anestesia desde a sua descoberta. Fato que revolucionou diversas áreas médicas, incluindo a Medicina Veterinária. Para que a anestesia possa ser conduzida de modo adequado e satisfatório, exige-se uma avaliação prévia do paciente a ser submetido à cirurgia, como revisão ao histórico clínico, exame físico, exames complementares e por fim, uma avaliação de risco e estado físico. Sendo importante para direcionar o paciente para um protocolo anestésico condizente ao seu estado de saúde, bem como predizer o prognóstico do mesmo. Esta classificação de risco e estado físico, adotada pela Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA) é aceita e utilizada mundialmente por médicos humanos e veterinários, e amplamente abordada em trabalhos científicos que envolvem a anestesiologia, justificando-se assim, a grande importância da mesma, sendo o objetivo de estudo desta revisão.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • As neoplasias cutâneas são as mais frequentemente encontradas e diagnósticadas em pequenos animais, representando cerca de 30% dos tumores em cães com cerca de 70-80% de benignidade nessa espécie. O Lipoma, por sua vez, é considerado uma neoplasia mesenquimal comum benigna originada dos adipócitos ou células gordurosas subcutâneos e ocasionalmente dérmicos. O seu diagnóstico é realizado por meio da observação dos sinais clínicos e exames complementares (hemograma, bioquímica sérica, exames de imagem, e exames de cito e histopatológico). O tratamento cirúrgico por meio da excisão tumoral é um tratamento de eleição, podendo ser associada com radioterapia adjuvante, caso a excisão seja incompleta. O prognóstico para esse tipo de neoplasia pode ser considerado favorável para os lipomas bem circunscritos, sendo reservado para os tumores infiltrativos visto que o percentual de recidivas é alto podendo causar a destruição de tecidos adjacentes. Com base nisso o referido trabalho tem como objetivo relatar o caso clínico de um canino, fêmea, 10 anos de iade, 5,05 kg, Pinscher acometida por um lipoma situado na região cervical esquerda abrangendo a região peri-auricular do mesmo antímero atendido no Hospital Veterinário Unversitário da Universidade Federal do Piauí-UFPI.

    Abril - v. 11, No. 04, p. 313-423 (2017)
  • O Hemangiopericitoma é um tumor de tecidos moles frequente em cães. Tem origem mesenquimal sendo formado a partir dos pericitos. É invasivo mas, raramente, provoca metástases. Desenvolve-se atingindo o tecido celular subcutâneo e o cutâneo e, nos cães, localiza-se com mais frequência em membros locomotores. O diagnóstico definitivo é estabelecido pela histopatologia do tumor e a sua subtificação é possível pelo uso da imunohistoquímica. A exérese cirúrgica da massa tumoral com a retirada de margens de segurança adequadas ou a amputação do membro locomotor continuam sendo as condutas cirúrgicas mais indicadas. Este tratamento pode ser complementado com quimioterapia, radioterapia, terapia fotodinâmica com fotossensibilizador ou eletroquimioterapia. Entretanto, as recidivas são comuns. Este trabalho relata, o diagnóstico, o tratamento cirúrgico e o acompanhamento por dois anos de um caso de hemangiopericitoma canino de localização atípica.

    Abr. 4 - v. 6, No. 15, p. Art. 1352-1356 (2012)
  • A hospitalização de animais doentes aumenta muito o risco de ocorrência de infecções. O médico veterinário tem a obrigação de minimizar o risco de danos adicionais que podem ser subseqüentes às suas intervenções e isso inclui minimizar a exposição dos pacientes a agentes infecciosos que podem levar à infecção nosocomial, considerando que, em alguns casos, o agente infeccioso pode ser zoonótico. O objetivo deste trabalho foi avaliar os níveis de contaminação no centro cirúrgico de Pequenos Animais do Hospital Veterinário do Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos (Unifeob), em São João da Boa Vista, SP, e desenvolver um projeto educacional, focando os pontos críticos que surgiram a fim de que se mantenha o controle de infecção cirúrgica em Pequenos Animais. Nos resultados obtidos pode-se observar que nas coletas feitas no ambiente cirúrgico durante a noite há um grande crescimento de fungos. Nas amostras colhidas da mesa e do chão, na maioria das vezes houve crescimento de fungos e bactérias, com exceção das amostras colhidas após a cirurgia, na qual se pode dizer que houve predomínio no crescimento de bactérias. Observou-se também que o maior número de colônias foi encontrado na placa que ficava próxima à porta do centro cirúrgico, em relação às outras distribuídas pela sala, devido ao maior trânsito de pessoas. Também se obteve um resultado positivo modificando-se a rotina de calçamento de luvas, que foi sugerida como medida para diminuir a contaminação que era encontrada nas luvas do cirurgião imediatamente antes da cirurgia.

    Ago. 2 - v. 6, No. 25, p. Art. 1411-1416 (2012)
  • A linha de crescimento é um tecido cartilaginoso localizado nas duas extremidades de ossos longos; são responsáveis pelo alongamento ósseo, aquisição de estrutura esponjosa ou trabecular e acúmulo de massa óssea trabecular durante o desenvolvimento. A linha decrescimento é considerada menos resistente do que as estruturas que o circundam, como ossos e ligamentos, tornando a região mais suscetível a lesões. Na última década, a demanda pelo atendimento na clínica de pequenos animais se multiplicou. Proporcionalmente ao aumento de consultas gerais, é registrado o aumento de atendimento de animais com fraturas ortopédicas, das quais se sobressaem as fraturas em linha de crescimento em filhotes. Um diagnóstico rápido e tratamento apropriado são fundamentais. Compreender a anatomia e histologia do disco de crescimento é importante para determinar o efeito de lesões específicas sobre o potencial de crescimento da fise. Este trabalho se propõe a fazer uma revisão de literatura sobre esta doença para as espécies canina e felina, abordando os aspectos da origem e histologia do osso, descrevendo e classificando as fraturas em linhas de crescimento, prevalência, diagnóstico, tratamento e prognóstico.

    Nov. - v. 10, No. 11, p. 795-872 (2016)
  • Este material-didático é uma apostila ilustrada de cirurgia que tem a função de oferecer suporte de consulta ao aprendiz de Cirurgia Veterinária, abordando os tópicos: Instrumentalização Cirúrgica, Materiais de Sutura, Princípios Cirúrgicos Gerais, Incisões Cirúrgicas da Parede do Abdome e Suturas Usadas na Medicina Veterinária.

    Jan. - v. 10, No. 01, p. 001 - 110 (2016)
  • Fraturas de mandíbula e maxila são comuns em cães e gatos, representando 3% de todas as fraturas em cães e 15% das que ocorrem em gatos, a principal etiologia dos traumatismos geralmente são os atropelamentos, quedas e brigas. Muitos tratamentos são propostos para a correção desse defeito, como o uso de pino intramedular, a fixação esquelética externa, a cerclagem e o uso de acrílicos e placas ósseas. O presente estudo relata o caso de um cão da raça Poodle, adulto, apresentando fraturas na mandíbula, com perda óssea, além de lesão ocular, causados por mordeduras de outro animal. A técnica utilizada neste foi a transfixação com pino intramedular liso de Kirschner para a região rostral, associada à placa óssea para a área do corpo mandibular. O tratamento prescrito no período pós-operatório foi a base de antibiótico, antiinflamatório e analgésico e dieta pastosa. A recuperação total do animal se deu após 30 dias de procedimento cirúrgico.

    Nov. 1 - v. 5, No. 40, p. Art. 1258-1263 (2011)
  • Foi atendida no Hospital Veterinário da Unicastelo - Campus Descalvado-SP, uma cadela Boxer, sete anos de idade, 24 quilos. O animal tinha uma ferida ulcerada na parte interna da coxa esquerda de aproximadamente oito centímetros de diâmetro, o qual foi submetido ao exame de citologia aspirativa por agulha fina (CAAF), onde foram encontradas, decorrentes desta ferida, células compatíveis com carcinoma basocelular. Após os exames de rotina, sangue, urina e fezes, o animal foi pré-anestesiado com levomepromazina (0,3mg/kg), induzido com propofol (3mg/kg),e a anestesia geral inalatória foi mantida com isoflurano. Concomitante foi realizada pela via epidural, a associação de morfina (0,1mg/kg), completada com o anestésico local bupivacaina 0,5%, na quantidade de um mililitro para quatro quilos.Trinta minutos antes da primeira incisão cirúrgica, foi administrado enrofloxacina (5mg/kg IV). Foi realizada exérese do tumor, mantendo uma margem de segurança de aproximadamente 2 cm em toda sua extensão.Para cobrir a lesão cutânea, foi criado um retalho pediculado de padrão axial, da porção ventral do abdome, preservando a artéria e veia epigástrica caudal. O retalho foi transposto sobre a ferida cutânea da porção medial da coxa esquerda, sendo que as extremidades do enxerto foram suturadas ao leito receptor, em padrão de sutura tipo “Wolff”, com fios de nylon. Alguns pontos simples separados foram aplicados entre a face interna do enxerto e o leito da ferida, utilizando fio vicryl, na tentativa de diminuir o espaço morto entre o enxerto e a lesão. A ferida cutânea da porção ventral do abdome a qual foi retirado o enxerto, foi aproximada e suturada de maneira convencional. O pós-operatório constou da administração do opióide tramadol na dose de 2,0 mg/kg pela via subcutânea, de 12 em 12 horas por cinco dias, ketoprofeno (2,2 mg/kg) a cada 24 horas durante três dias por via oral e enrofloxacina (5,0 mg/kg) a cada 24 horas por 10 dias por via oral. Decorrido 20 dias do procedimento cirúrgico a ferida estava completamente cicatrizada com adesão do enxerto.

    Jul. 1 - v. 5, No. 24, p. Art. 1150-1156 (2011)
  • Os autores descrevem a técnica de intubação orotraqueal em posição dorsal e ventral e determinam os aspectos relacionados às dificuldades da intubação em suínos submetidos a gastroenteroanastomose e endoscopia gastroentérica no Centro de Cirurgia Experimental do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Utilizaram 12 suínos Landrace, machos, peso de 30 a 60kg. A intubação após a indução anestésica ocorreu nos dois procedimentos, o cirúrgico e o endoscópico, realizados em intervalo de três meses. De modo que cada animal foi intubado utilizando o decúbito dorsal ou ventral. Verificou-se que a diferença de dimensão entre as mandíbulas limita a manobra com o laringoscópio. O decúbito ventral facilita a intubação, independente do peso dos animais e que, em decúbito dorsal apenas nos animais de até 30kg, Concluiu-se que, a posição ventral na mesa cirúrgica facilita a intubação orotraqueal de suínos.

    Fev. 2 - v. 5, No. 05, p. Art. 1019-1026 (2011)
  • Os condrossarcomas são neoplasias malignas, com prognóstico ruim a reservado, podem afetar diversas espécies domésticas, assim como o ser humano.São mais prevalentes em cães adultos e de raças grandes, originando-se, na maior parte dos casos, em ossos chatos e esqueleto apendicular. O presente relato descreve os achados clínicos e radiográficos de um condrossarcoma na região da articulação femoro-tíbio-patelar de um cão da raça boxer e o tratamento preconizado. No exame clínico e físico,o animal apresentava claudicação do membro pélvico esquerdo, que durante a palpação foi observada a existência de uma fratura na porção distal do fêmur.O exame radiográfico revelouproliferação periosteal irregular, assim como a fratura já mencionada. O exame histológico foi realizado após serem colhidos fragmentos do côndilo lateral do fêmurque revelou condroblastos neoplásicos. Como tratamento, foi realizada a técnica de amputação meio femoral. No pós-operatório imediato foi realizada uma bandagem acolchoada com algodão ortopédico e ataduras.O acompanhamento preventivo para o desenvolvimento de metástases foi recomendado por meio de exames radiográficos e ultrassonográficos.

    Jun. 2 - v. 8, No. 12, p. 1416-1550 (2014)
  • Set. 2 - v. 6, No. 29, p. Art. 1436-1442 (2012)
  • O presente trabalho tem como objetivo relatar o resultado obtido na cirurgia de catarata de um eqüino da raça campolina, do sexo masculino, de 6 anos de idade, realizada pela técnica de facoemulsificação uni manual. 

    Jan. 2 - v. 6, No. 02, p. Art. 1270-1276 (2012)
  • Os cistos cutâneos em cães e gatos são caracterizados por possuírem uma parede epitelial e pela presença de um conteúdo que geralmente é queratina. A maioria dos cistos possui origem folicular e tem prognóstico favorável. A remoção cirúrgica é recomendada e tem como resultado um amplo defeito cirúrgico que geralmente exige o conhecimento de técnicas de cirurgia plástica reconstrutiva para sua oclusão. O presente relato descreve o atendimento a uma cadela da raça Boxer que apresentava um nódulo na região da cabeça. Após exame clínico e laboratorial foi recomendada a extirpação do nódulo e realização do exame histopatológico. O procedimento cirúrgico realizado exigiu a execução de um retalho de avanço unilateral associado ao triângulo de Bürrow para aproximar as bordas da ferida cirúrgica que estavam em um local sobre alta tensão tecidual. No pós-operatório foi realizada bandagem sobre a mesma para evitar a formação de seroma. O exame histopatológico revelou se tratar de um cisto infundibular, comum em cães

    Nov. 2 - v. 8, No. 22, p. 2675-2805 (2014)

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