Resultado da pesquisa

  • Temos por objetivo estimular a reflexão das pessoas, quanto ao exercício da atividade de rodeio e o tratamento recebido pelos Touros, sempre respeitando seu bem-estar, junto com o ordenamento jurídico brasileiro que prevê as leis sobre esta prática. Sabe-se da polêmica estabelecida no território nacional acerca da autorização por parte dos municípios, para a realização das festas tidas como “Festa do Peão de Boiadeiro”, como são chamadas as festas de rodeio em várias regiões do país e para que esta polêmica finalize temos agora a PEC 304 que vem provar que os animais envolvidos nos rodeios são muito bem tratados.

  • A produção de alimentos de formas não convencionais como a carne in vitro poderia, à primeira vista, ser de interesse popular, uma vez que poderia reduzir os prejuízos ao meio ambiente além de respeitar o bem-estar dos animais. No entanto, existem diversas barreiras e fatores limitantes que aparecem como obstáculos antes da produção em escala da carne in vitro. Ainda que a produção da carne in vitro pudesse responder e ultrapassar todos os questionamentos existentes, o grande desafio seria a aceitação pelos consumidores, a introdução de um novo hábito de consumo, o de consumir carne produzida em laboratório, esbarrando em questões éticas e culturais. Este estudo traz as principais dificuldades que podem ser enfrentadas para produção em escala da carne in vitro, além de uma pesquisa sobre o conhecimento e aceitação da população em relação ao consumo da mesma, sendo positivo o resultado encontrado.

    Setembro - v. 11, No. 09, p. 840-946 (2017)
  • A carne suína é a carne mais consumida no mundo, no Brasil perde apenas para a carne bovina e a carne de frango, e o mercado consumidor dessa carne tem se tornado cada vez mais exigente quanto à qualidade e à origem dos animais consumidos principalmente em questões de bem-estar em que esses animais foram produzidos. Muito dos sistemas de produção de suínos vem se adequando e se especializando com ênfase ao bem-estar animal e a produção deve apresentar uma “qualidade ética” na qual a carne suína, além dos atributos de qualidade atuais, também seja apresentada como um alimento oriundo de animais que foram criados, manejados e abatidos em sistema que promova o seu bem-estar. Sabe-se que o manejo pré-abate é de suma importância na cadeia produtiva da suinocultura, visto que esta etapa tem influência direta na qualidade final da carne. Além disso, os consumidores vêm exigindo produtos de melhor qualidade e que não prejudiquem o meio ambiente, fazendo com que os produtores invistam em métodos que priorizem o bem-estar dos animais. Para se ter uma melhor qualidade da carne, todas as pessoas envolvidas na cadeia de produção de suínos devem estar comprometidas em prezar pela sanidade e pelo bem-estar animal, evitando que os animais passem por sofrimentos desnecessários. O objetivo desse trabalho foi revisar o bem-estar e manejo no pré-abate de suínos, uma vez que a suinocultura brasileira vem se aprimorando cada vez mais nesse aspecto. O manejo no pré-abate adequado também agrega valor ao produto final, satisfazendo cada vez mais os consumidores.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • A relação homem e animal sofreu várias modificações ao longo de décadas, a princípio o homem era tido como o centro do universo, uma visão antropocêntrica, que fazia com que os animais fossem colocados em posição de inferioridade e subjugados pelos seres humanos. Partindo-se deste princípio, os animais eram tratados como seres sem sentimentos e indolores, tanto que eram submetidos a procedimentos de cunho científico sem qualquer tipo de zelo. Estes conceitos começaram a se alterar através de Darwin, que acreditava que o homem era a fruto da evolução animal e não uma criação divina. A partir de então, a conotação de homem como centro de todas as coisas começou a perder força. Posteriormente, surge então a zooantropologia que é um ramo da ciência que estuda as relações entre humanos e outras espécies com o objetivo de fornecer respostas a questões da interação homem e animal, visando obter contribuições à partir da análise da diversidade animal. Esta ciência admite um verdadeiro diálogo entre humanos e não-humanos e acredita que os seres humanos têm construído muito de seus predicados através da referência ao animal não-humano por intermédio de um processo de reciprocidade, em que a relação é em primeiro lugar "o que une os interlocutores", não sendo um fim em si.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • Os zoológicos objetivam a conservação de espécies, o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional, a pesquisa científica, a educação ambiental e o lazer, porém a população busca os zoológicos principalmente para recreação e lazer, sendo que a maioria dos visitantes são famílias com crianças que pretendem apreciar a vida selvagem em companhia, sendo educação, fuga e introspecção menos importante, a oficialização dos zoológicos requer o cumprimento de exigências normatizadas pela legislação de cada país, a aquisição destes animais também precisa obedecer às normas rígidas de importação ou coleta em habitat natural, sendo que a fauna indígena não pode ser vendida nem trocada com outros estabelecimentos a não ser que seja fornecido permissão e aval dos órgãos competentes, condicionada à animais excedentes e devendo ter nascido em cativeiro, dentro das prioridades e obrigações morais dos zoológicos encontra-se a demanda de propiciar condições para que os animais exibam comportamentos naturais e automaticamente otimizem as condições de bem-estar animal.

    Junho - v. 11, No. 06, p. 538-645 (2017)
  • O objetivo deste trabalho é entender e compreender a qualidade de vida dos animais que praticam esportes, e vivenciar o dia a dia desses animais e a sua realidade em relação a qualidade de vida e o bem-estar animal. Para isso foi abordado o bem-estar dos animais na prática esportiva, desmistificar alguns conceitos do rodeio e mostrar os benefícios e a história do rodeio, nesse contexto, foi abordado as definições do esporte, o condicionamento físico dos animais juntamente com os tipos de tratamento e treinamento, os benefícios e os malefícios desse esporte radical, por todos esses aspectos, quando o rodeio é realizado de forma fiscalizada, os animais tendem a não sofrerem maus tratos, além de serem considerados atletas e trabalharem por noite apenas 8 segundos e terem um tratamento diferenciado dos demais animais de produção.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • O trabalho teve como objetivo avaliar a perda na produção de leite diretamente influenciada pelo clima sem a utilização de qualquer recurso para aquecimento e/ou resfriamento das instalações numa propriedade leiteira. Foram utilizadas 20 vacas da raça Holandesa com peso médio de 480 kg, em diferentes estágios de lactação. Foi mensurada a produção de leite, para cada animal, e a temperatura ambiente durante a ordenha, no período de trinta dias, duas vezes ao dia, nos manejos de ordenhas realizados pela manhã e à tarde. Para tal, formaram-se três grupos de animais, sendo: GRUPO L – vacas em diferentes estágios de lactação; GRUPO PL – vacas no pico de lactação; GRUPO P – vacas em primeira lactação. Os dados da produção de leite foram submetidos à análise de variância, considerando os efeitos dos dias de observação, dos grupos de animais em cada um dos períodos (manhã e tarde) e considerando a temperatura do ar uma covariável do modelo. Estimou-se a correlação de Pearson (P<0,05) entre a temperatura do ar e a produção de leite dos animais, assim como a transferência de calor por mecanismos sensíveis e latentes das vacas em relação ao ambiente para os dois períodos analisados. Houve diferença significativa (P<0,05) para a produção de leite entre os períodos de ordenha para todos os grupos avaliados. Há uma correlação negativa e significativa (P<0,05) da temperatura do ar sobre a produção, mensurado em Kg de leite. A ineficiência da dissipação de calor devido a um aumento da temperatura do ar torna o período vespertino crítico para a ordenha dos animais. Portanto, torna-se necessário a utilização de sistemas de climatização para diminuir o impacto negativo da temperatura do ar sobre o desempenho de vacas leiteiras.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • Os cães, como animais de companhia, têm desempenhado importante papel na sociedade atual, ocupando posições antes exclusivas dos seres humanos. O crescimento populacional desses animais, no entanto, trouxe vários problemas devido ao grande número de cães errantes nas grandes cidades, acarretando riscos à saúde pública pela disseminação de zoonoses e por ataques agressivos à comunidade. Tal problema é consequência direta das práticas de seus tutores e reflexo do nível educacional dos mesmos. Com o objetivo de se conhecer a realidade local do Alto José do Pinho, um populoso bairro da Cidade do Recife-PE (229,6 hab/ha), foi realiza uma pesquisa por meio de entrevistas aplicadas por Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do bairro a 240 moradores, proprietários de pelo menos um cão por residência. No inquérito, foram coletadas informações sobre nutrição, cuidados com a saúde, lazer, controle de natalidade e recolhimento das fezes dos animais. Os resultados mostraram a necessidade de programas oficiais para educação em guarda responsável que melhorem a interação homem-animal, o bem-estar desses animais e a saúde pública em geral.

    Fev. 2 - v. 6, No. 05, p. Art. 1289-1294 (2012)
  • Foram aplicados 200 questionários, em Rio Verde, GO, para investigar a percepção do consumidor de produtos de origem animal (POA) sobre o bem-estar dos animais (BEA) de produção, bem como sobre a disposição de pagar a mais por um produto que respeite o BEA. Dentre os entrevistados, 50,9% nunca tiveram contato com animais de produção. 49,01% dos consumidores disseram conhecer os métodos de criação animal e 66,9% estavam dispostos a pagar a mais por produtos derivados de melhor BEA. Dentre os que estavam dispostos, 59,5% pagariam até 3% a mais em relação ao preço do produto convencional.  Concluiu-se que o consumidor de POA em Rio Verde, GO, não tem contato com animais de produção, porém, dizem conhecer os métodos de criação destes animais e estão dispostos a pagar até 3% a mais por produtos oriundos de sistemas de criação que respeitem o BEA. 

    Nov. 2 - v. 4, No. 38, p. Art. 962-967 (2010)
  • Esta revisão de literatura foi realizada para investigar o perfil do consumidor de produtos de origem animal (POA) e os fatores que influenciam a compra destes produtos. Os resultados indicaram que o principal tipo de varejo onde ocorre a compra dos POA é o supermercado. Dentre os entrevistados, a maioria disse não ter nenhuma restrição quanto ao consumo dos diferentes tipos de POA, entretanto, houve maior percentagem de consumidores de carne bovina quando comparado com outros tipos de POA. Dentre os fatores que influenciam a compra de POA, destacam-se a qualidade e o preço. Quanto à disposição em pagar mais por um produto diferenciado, mais da metade dos consumidores disseram estar dispostos a pagar mais por um produto oriundo de sistemas de produção que respeitem o bem-estar animal (BEA). Grande parte dos consumidores considera que POA oriundos de sistemas que respeitem o BEA são mais saudáveis. Dentre os consumidores, a maioria é do sexo feminino, com ensino médio e com renda familiar de até três salários mínimos.      

    Maio 4 - v. 4, No. 20, p. Art. 844-849 (2010)
  • Set. 1 - v. 6, No. 28, p. Art. 1429-1435 (2012)

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