Resultado da pesquisa

  • Temos por objetivo estimular a reflexão das pessoas, quanto ao exercício da atividade de rodeio e o tratamento recebido pelos Touros, sempre respeitando seu bem-estar, junto com o ordenamento jurídico brasileiro que prevê as leis sobre esta prática. Sabe-se da polêmica estabelecida no território nacional acerca da autorização por parte dos municípios, para a realização das festas tidas como “Festa do Peão de Boiadeiro”, como são chamadas as festas de rodeio em várias regiões do país e para que esta polêmica finalize temos agora a PEC 304 que vem provar que os animais envolvidos nos rodeios são muito bem tratados.

    Janeiro - v. 12, No. 01, p. In Press (2018)
  • Os macacos-prego da espécie Sapajus libidinosus são conhecidos como os macacos mais robustos e inteligentes do Novo Mundo, e dentre as espécies neotropicais, é a que apresenta maior distribuição geográfica. Devido a isso e também pelo fácil manuseio e a facilidade de reprodução em cativeiro, o gênero vem sendo utilizado em diversas pesquisas, dada a sua proximidade filogenética com a espécie humana, servindo de modelo biológico em experimentos aplicados a essa espécie, com ampla variedade de pesquisas biomédicas. É uma espécie considerada quase ameaçada no Brasil segundo critérios de avaliação do ICMBio (2012-2014) e o estudo do comportamento animal surge como um meio de pesquisa científica que tem proporcionado importantes contribuições além do estudo do comportamento humano, neurociências, meio ambiente e bem-estar animal, também com a preservação de espécies. Considerando a relevância que a pesquisa do comportamento e biologia animal vem tomando dentro da comunidade científica, esse estudo tem por objetivo uma revisão de literatura acerca da espécie Sapajus libidinosus enfatizando, dentro do tema em questão, sua taxonomia, distribuição geográfica e população, características gerais e adaptações, vida social, alimentação e reprodução

    Janeiro - v. 12, No. 01, p. In Press (2018)
  • Métodos convencionais, como o abate humanitário, utilizam a insensibilização antes da sangria para que os animais sejam abatidos sem sofrimentos desnecessários e para que a sangria seja mais eficiente. Já os abates que são efetuados conforme os rituais religiosos, judaicos ou muçulmanos, utilizam a jugulação cruenta. Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de salientar a diferença entre o abate humanitário e a jugulação cruenta, esclarecendo cada método de abate utilizado, como funciona a linha de abate, quais animais podem ser utilizados e como os frigoríficos conseguem os certificados. O abate humanitário e a jugulação cruenta são métodos diferentes, cada um com sua particularidade, mas que possuem o mesmo objetivo que é garantir o bem-estar animal e obter carne de qualidade para os seus determinados consumidores. O tema se faz de grande relevância já que o Brasil tem interesse econômico nos abates religiosos, e devido ao valor agregado nas negociações, aumentam-se as taxas de exportações que geram divisas não só para as indústrias como também para o país como um todo.

    Dezembro - v. 11, No. 12, p. 1188-1297 (2017)
  • A produção de alimentos de formas não convencionais como a carne in vitro poderia, à primeira vista, ser de interesse popular, uma vez que poderia reduzir os prejuízos ao meio ambiente além de respeitar o bem-estar dos animais. No entanto, existem diversas barreiras e fatores limitantes que aparecem como obstáculos antes da produção em escala da carne in vitro. Ainda que a produção da carne in vitro pudesse responder e ultrapassar todos os questionamentos existentes, o grande desafio seria a aceitação pelos consumidores, a introdução de um novo hábito de consumo, o de consumir carne produzida em laboratório, esbarrando em questões éticas e culturais. Este estudo traz as principais dificuldades que podem ser enfrentadas para produção em escala da carne in vitro, além de uma pesquisa sobre o conhecimento e aceitação da população em relação ao consumo da mesma, sendo positivo o resultado encontrado.

    Setembro - v. 11, No. 09, p. 840-946 (2017)
  • A degradação das pastagens tem sido um grande problema para a pecuária brasileira, em que o uso das mesmas na produção de ruminantes é a forma mais econômica de alimentação. Essas, quando bem manejadas e utilizadas respeitando-se suas características fisiológicas e exigências climáticas e de fertilidade do solo, mantêm-se produtivas por muito tempo. No entanto, estima-se que 80% dos 50 a 60 milhões de hectares de pastagens cultivadas no Brasil Central encontram-se em algum estado de degradação, ou seja, são incapazes de sustentar os níveis de produção e qualidade exigida pelos animais. Essa degradação é decorrente de vários fatores que atuam isoladamente ou em conjunto, desde a espécie forrageira, sua implantação e o manejo. Assim, faz-se necessário a utilização de técnicas para a recuperação de pastagens, de forma a otimizar o aproveitamento da área, recuperar as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo e viabilizar a produção de proteína animal, devido ao aumento da capacidade de suporte da pastagem. A presente revisão tem como objetivo apresentar alguns aspectos ligados à degradação das pastagens e as principais técnicas utilizadas para a recuperação dessas.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • A carne suína é a carne mais consumida no mundo, no Brasil perde apenas para a carne bovina e a carne de frango, e o mercado consumidor dessa carne tem se tornado cada vez mais exigente quanto à qualidade e à origem dos animais consumidos principalmente em questões de bem-estar em que esses animais foram produzidos. Muito dos sistemas de produção de suínos vem se adequando e se especializando com ênfase ao bem-estar animal e a produção deve apresentar uma “qualidade ética” na qual a carne suína, além dos atributos de qualidade atuais, também seja apresentada como um alimento oriundo de animais que foram criados, manejados e abatidos em sistema que promova o seu bem-estar. Sabe-se que o manejo pré-abate é de suma importância na cadeia produtiva da suinocultura, visto que esta etapa tem influência direta na qualidade final da carne. Além disso, os consumidores vêm exigindo produtos de melhor qualidade e que não prejudiquem o meio ambiente, fazendo com que os produtores invistam em métodos que priorizem o bem-estar dos animais. Para se ter uma melhor qualidade da carne, todas as pessoas envolvidas na cadeia de produção de suínos devem estar comprometidas em prezar pela sanidade e pelo bem-estar animal, evitando que os animais passem por sofrimentos desnecessários. O objetivo desse trabalho foi revisar o bem-estar e manejo no pré-abate de suínos, uma vez que a suinocultura brasileira vem se aprimorando cada vez mais nesse aspecto. O manejo no pré-abate adequado também agrega valor ao produto final, satisfazendo cada vez mais os consumidores.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • Objetivou-se com esse trabalho divulgar a utilização de operações com matrizes na formulação de rações para vacas leiteiras, tendo em vista o grande potencial que essa metodologia apresenta para solucionar parâmetros e incógnitas pré definidas em sistemas de equações lineares. Com a utilização de matrizes é possível solucionar sistemas de equações lineares complexos que seriam de difícil solução por outros meios matemáticos. Dessa forma, utilizando a teoria de matrizes, dependendo do número de parâmetros e incógnitas, podem ser utilizados o cálculo dos determinantes, o método da eliminação de Gauss e o escalonamento de Gauss-Jordan como ferramentas matemáticas para solução dos sistemas. Esses métodos, além de encontrar o valor das variáveis, também permitem fixar ingredientes de forma que se obtenha, na fórmula final, alimentos em uma porcentagem pré definida, garantindo assim o atendimento das exigências nutricionais requerida pela categoria animal.

    Outubro - v. 11, No. 10, p. 0947-1073 (2017)
  • A relação homem e animal sofreu várias modificações ao longo de décadas, a princípio o homem era tido como o centro do universo, uma visão antropocêntrica, que fazia com que os animais fossem colocados em posição de inferioridade e subjugados pelos seres humanos. Partindo-se deste princípio, os animais eram tratados como seres sem sentimentos e indolores, tanto que eram submetidos a procedimentos de cunho científico sem qualquer tipo de zelo. Estes conceitos começaram a se alterar através de Darwin, que acreditava que o homem era a fruto da evolução animal e não uma criação divina. A partir de então, a conotação de homem como centro de todas as coisas começou a perder força. Posteriormente, surge então a zooantropologia que é um ramo da ciência que estuda as relações entre humanos e outras espécies com o objetivo de fornecer respostas a questões da interação homem e animal, visando obter contribuições à partir da análise da diversidade animal. Esta ciência admite um verdadeiro diálogo entre humanos e não-humanos e acredita que os seres humanos têm construído muito de seus predicados através da referência ao animal não-humano por intermédio de um processo de reciprocidade, em que a relação é em primeiro lugar "o que une os interlocutores", não sendo um fim em si.

    Agosto - v. 11, No. 08, p. 744-839 (2017)
  • Os zoológicos objetivam a conservação de espécies, o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional, a pesquisa científica, a educação ambiental e o lazer, porém a população busca os zoológicos principalmente para recreação e lazer, sendo que a maioria dos visitantes são famílias com crianças que pretendem apreciar a vida selvagem em companhia, sendo educação, fuga e introspecção menos importante, a oficialização dos zoológicos requer o cumprimento de exigências normatizadas pela legislação de cada país, a aquisição destes animais também precisa obedecer às normas rígidas de importação ou coleta em habitat natural, sendo que a fauna indígena não pode ser vendida nem trocada com outros estabelecimentos a não ser que seja fornecido permissão e aval dos órgãos competentes, condicionada à animais excedentes e devendo ter nascido em cativeiro, dentro das prioridades e obrigações morais dos zoológicos encontra-se a demanda de propiciar condições para que os animais exibam comportamentos naturais e automaticamente otimizem as condições de bem-estar animal.

    Junho - v. 11, No. 06, p. 538-645 (2017)
  • Esta revisão tem por objetivo abordar de forma sucinta os aspectos relacionados ao bem-estar durante o período de manejo pré-abate dos ovinos com ênfase na qualidade da carne. O manejo pré-abate corresponde à etapa final da criação dos animais, fase que antecede o abate. O manejo pré-abate inclui uma série de atividades, como: tempo de jejum, embarque, transporte, desembarque, alojamento nas baias do frigorífico, período de descanso, atordoamento e abate que necessitam ser realizados com bem-estar animal. Animais de produção que são manejados na ausência do bem-estar, podem ter a qualidade da carne afetada. Conclui-se que a ovinocultura no Brasil é carente de informações dos benefícios de um manejo com bem-estar. São necessários vários estudos e conscientização na cadeia produtiva de ovinos, relacionados com o comportamento e bem-estar animal.

    Junho - v. 11, No. 06, p. 538-645 (2017)
  • O regime de confinamento para a exploração de carne e leite, é pratica comum, recorrente e necessária em muitos países. Nos últimos tempos tornou-se crescente a preocupação com o planejamento das instalações destinadas aos confinamentos para bovinos leiteiros para melhorar o conforto e bem-estar dos animais. Dessa forma, esta revisão tem por objetivo descrever os tipos de confinamentos para bovinos leiteiros, existentes no momento, dando maior ênfase para as características construtivas de cada sistema. Os animais confinados podem ter um padrão aceitável de bem-estar e conforto à medida que instalações adequadas sejam fornecidas junto com boas práticas de manejo e sanidade animal. Com a pesquisa foi possível observar que a tendência é aumentar o número de confinamento no Brasil e no mundo devido à falta de grandes áreas de terras disponíveis próximas aos grandes centros urbanos, e devido as exigências dos consumidores.

    Maio - v. 11, No. 05, p. 424-537 (2017)
  • Animais são utilizados em atividades de ensino e pesquisa há vários séculos, principalmente em estudos relacionados à anatomia, fisiologia e recentemente à farmacologia; são, também, utilizados em aulas práticas e em atividades didáticas de diversos cursos de graduação. Entretanto, com a crescente discussão sobre os direitos dos animais não-humanos, e cientes da responsabilidade do homem na conservação do planeta e na manutenção da biodiversidade, se faz necessário desenvolver recursos alternativos ao uso de animais no ensino e na pesquisa no nível superior. Este estudo teve como objetivo investigar o uso de métodos substitutivos à experimentação animal, através de consultas a periódicos nacionais e internacionais relacionados à bioética, experimentação animal, vivissecção e recursos alternativos. Foram encontrados métodos substitutos à experimentação animal, que podem ser aplicados em cursos superiores no Brasil, sobretudo em estudos e pesquisas biomédicas, farmacêuticas e toxicológicas. O uso de animais em atividades práticas, onde estes são sacrificados apenas para observação de estruturas anatômicas ou visualização de processos fisiológicos já conhecidos e estabelecidos, pode ser substituído por gravações e/ou modelos anatômicos. O uso de recursos alternativos é um processo tecnológico, porém lento, que deve ser desenvolvido, implantado e incentivado pelo professor universitário, afirmando sua responsabilidade social e científica.

    Maio - v. 11, No. 05, p. 424-537 (2017)
  • O objetivo deste trabalho é entender e compreender a qualidade de vida dos animais que praticam esportes, e vivenciar o dia a dia desses animais e a sua realidade em relação a qualidade de vida e o bem-estar animal. Para isso foi abordado o bem-estar dos animais na prática esportiva, desmistificar alguns conceitos do rodeio e mostrar os benefícios e a história do rodeio, nesse contexto, foi abordado as definições do esporte, o condicionamento físico dos animais juntamente com os tipos de tratamento e treinamento, os benefícios e os malefícios desse esporte radical, por todos esses aspectos, quando o rodeio é realizado de forma fiscalizada, os animais tendem a não sofrerem maus tratos, além de serem considerados atletas e trabalharem por noite apenas 8 segundos e terem um tratamento diferenciado dos demais animais de produção.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • O trabalho teve como objetivo avaliar a perda na produção de leite diretamente influenciada pelo clima sem a utilização de qualquer recurso para aquecimento e/ou resfriamento das instalações numa propriedade leiteira. Foram utilizadas 20 vacas da raça Holandesa com peso médio de 480 kg, em diferentes estágios de lactação. Foi mensurada a produção de leite, para cada animal, e a temperatura ambiente durante a ordenha, no período de trinta dias, duas vezes ao dia, nos manejos de ordenhas realizados pela manhã e à tarde. Para tal, formaram-se três grupos de animais, sendo: GRUPO L – vacas em diferentes estágios de lactação; GRUPO PL – vacas no pico de lactação; GRUPO P – vacas em primeira lactação. Os dados da produção de leite foram submetidos à análise de variância, considerando os efeitos dos dias de observação, dos grupos de animais em cada um dos períodos (manhã e tarde) e considerando a temperatura do ar uma covariável do modelo. Estimou-se a correlação de Pearson (P<0,05) entre a temperatura do ar e a produção de leite dos animais, assim como a transferência de calor por mecanismos sensíveis e latentes das vacas em relação ao ambiente para os dois períodos analisados. Houve diferença significativa (P<0,05) para a produção de leite entre os períodos de ordenha para todos os grupos avaliados. Há uma correlação negativa e significativa (P<0,05) da temperatura do ar sobre a produção, mensurado em Kg de leite. A ineficiência da dissipação de calor devido a um aumento da temperatura do ar torna o período vespertino crítico para a ordenha dos animais. Portanto, torna-se necessário a utilização de sistemas de climatização para diminuir o impacto negativo da temperatura do ar sobre o desempenho de vacas leiteiras.

    Março - v. 11, No. 03, p. 207-312 (2017)
  • Foram fabricados 320 bifinhos para cães (snacks semiúmidos), formulados com a mesma composição de ingredientes (farinhas animais, batata desidratada, conservantes e aditivos), com exceção do aditivo antioxidante, que consistiu nos tratamentos avaliados: bifinho com antioxidante natural (BAN); bifinho com antioxidante sintético (BAS) e formulação comercial (PADRÃO). O antioxidante natural foi composto à base de tocoferol (90 g/kg), óleo de alecrim (30 g/kg) e ácido cítrico (20 g/kg), enquanto o antioxidante sintético foi composto por BHA (220 g/kg) e BHT (210 g/kg). Uma alíquota de 160 bifinhos foi submetida à estufa a 60ºC, por um período de 10 dias consecutivos, enquanto os outros 160 foram embalados em embalagem metálica e armazenados por igual período em temperatura ambiente, sem a presença de luz. As análises realizadas no laboratório foram: matéria seca, umidade, pH, coloração (componentes L*, a* e b*), acidez e oxidação lipídica através da determinação das Substâncias Reativas ao Ácido Tiobarbitúrico (TBARS). Houve diferenças (P<0,05) entre os valores médios de TBARS para os diferentes antioxidantes empregados, em que os bifinhos PADRÃO apresentaram melhor estabilidade oxidativa em relação ao BAS e ao BAN, respectivamente. Quando submetidos à estufa, os bifinhos tiveram menor valor médio (P<0,05) de pH, L* (mais escuros), maior acidez e TBARS (maior oxidação) comparação com aqueles não submetidos ao aquecimento. Houve interação (P<0,05) entre as formulações de bifinhos utilizadas (BAN, BAS e PADRÃO) e o tratamento com e sem estufa, em que o tratamento BAS apresentou maior valor de a* quando submetido à estufa. Com relação ao valor de b*, todos os tratamentos aquecidos em estufa apresentaram valores inferiores (P<0,05) aos não aquecidos. A estabilidade oxidativa dos bifinhos formulados com antioxidante natural na dosagem testada foi menor, em comparação com as demais formulações. Por outro lado, os outros parâmetros de qualidade como o pH, luminosidade, umidade e acidez destes bifinhos foi pouco afetada. De forma geral, o aquecimento prolongado dos bifinhos em estufa afetou negativamente todos os parâmetros de qualidade, com exceção da umidade.

    Fevereiro - v. 11, No. 02, p. 103-206 (2017)
  • A suplementação de enzimas exógenas em rações avícolas tem sido motivo de diversos estudos nos dias atuais, pois com a inclusão de carboidrases melhora o valor nutritivo das dietas de frangos de corte, principalmente àquelas a base de milho, sorgo e farelo de soja. Os fatores antinutricionais contidos nestas dietas reduzem a performance do animal, porém as enzimas exógenas adicionadas à alimentação, tornam os nutrientes, que não seriam utilizados, acessíveis a absorção intestinal das aves, melhorando o desempenho zootécnico e aumentando a digestibilidade. Esta revisão é feita com intuito de mostrar a ação de carboidrases (arabinase, β-glucanase, celulase, hemicelulase, pectinase e xilanase) na alimentação de frangos de corte e o aproveitamento de compostos orgânicos pelo organismo animal para melhorar os índices zootécnicos, desempenho e digestibilidade.

    Nov. - v. 10, No. 11, p. 795-872 (2016)
  • O ganho em peso médio diário consiste em importante ferramenta no monitoramento do desempenho de bovinos em confinamento, tendo em vista o aproveitamento dos alimentos oferecidos. Neste sentido, objetivou-se avaliar o ganho em peso médio de diferentes grupos genéticos de bovinos de corte submetidos a engorda em sistema de confinamento. Foram utilizadas informações de 17.704 bovinos machos não castrados de três distintos grupos genéticos, sendo Nelore, Aberdeen Angus e Composto Montana. Todos os animais foram alimentados com a mesma dieta e mantidos em confinamento por 124 dias até o abate. Os dados foram analisados pelo programa Statistical Analysis System (SAS) e as médias comparadas entre si por meio da utilização do teste de Tukey, ao nível de significância de 5%. O ganho em peso médio diário foi de 1,50 kg/dia, 1,33 kg/dia e 1,43 kg/dia, para os grupos genéticos Aberdeen Angus, Nelore e Composto Montana respectivamente. Pode ser percebido superioridade no desempenho, medido pelo ganho em peso médio diário, dos animais do grupo Aberdeen Angus, em detrimento aos outros dois grupos.

    Janeiro - v. 11, No. 01, p. 1-102 (2017)
  • Objetivou-se avaliar os componentes e seus respectivos rendimentos da carcaça de uma linhagem de codornas de corte que está sendo desenvolvida no Departamento de Zootecnia da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel/Universidade Federal de Pelotas, onde considerou-se o sexo e a idade de abate (35, 42, 49 e 56 dias). Foram utilizadas 120 aves distribuídas em delineamento completamente casualizado, com 8 tratamentos, 15 repetições e 1 ave por unidade experimental, em esquema fatorial 2x4 (sexo e idade).O efeito da idade foi significativo (P<0,05) para todas as variáveis de dissecção, exceto para a quantidade de músculo das pernas e de gordura na carcaça que não variaram significativamente ao longo do crescimento das aves. Foram observadas interações significativas entre sexo e idades na quantidade de músculo das pernas, pele e gordura presentes na carcaça. Foi também constatado um maior peso vivo das fêmeas, o que se deve ao fato das mesmas apresentarem trato reprodutivo desenvolvido e fígado mais pesados. Seria recomendado o abate a partir dos 42 dias de idades para um melhor rendimento das partes de maior interesse comercial

    Jun. 1 - v. 6, No. 20, p. Art. 1381-1386 (2012)
  • Trocas de energia térmica entre os animais e o meio ambiente dependem de fatores fisiológicos e ambientais, que estão relacionados a aspectos complexos e variados. Um animal sofre estresse térmico quando produz mais calor do que pode dissipar. Para se ajustar, ele é obrigado a reduzir o consumo de alimentos e sua produção necessariamente declina. Em regiões tropicais a radiação solar é de alta magnitude e a temperatura média radiante do ambiente durante o dia é normalmente muito mais elevada do que a do ar, e a capacidade dos animais para lidar depende de algumas características físicas. Existem diversos índices cujo objetivo fundamental é determinar a adequação de um ambiente com relação a uma atividade ou a um tipo específico de animal. Tais índices dificilmente podem ser de uso generalizado, uma vez que são estruturados com base em determinados fatores ambientais, que podem ser importantes para alguns animais e não para outros. Além disso, certos índices são baseados em associações específicas de fatores ambientais, que ocorrem em locais determinados.

    Abr. 3 - v. 6, No. 14, p. Art. 1345-1351 (2012)
  • A falta de pesquisas e incentivo para fomentar projetos que apresentem a importância de se manter árvores ou de construir abrigos no pasto para os animais de criação é um dos problemas a serem solucionados na área de produção animal. Ultimamente foram feitos vários trabalhos sobre o ganho de produção em rebanhos, devido ao uso de sombra ou abrigos. Em um trabalho foi constatado um aumento de 20% na média de produção do gado de leite que tinha acesso a sombra. Em todos os casos a temperatura ambiente elevada associada à alta umidade relativa do ar, bem como a radiação solar e outros fatores ambientais, são considerados componentes climáticos estressantes para o rebanho bovino leiteiro, de modo a reduzirem o desempenho produtivo destes animais, uma vez, que vacas em lactação, principalmente as de alta produção, são sensíveis ao estresse térmico. Em diversas regiões do planeta há uma carência de árvores para fornecer uma sombra adequada para os animais que são criados no pasto, nestes casos o melhor a se fazer é usufruir de sombreamento artificial, seja móvel ou fixo, no qual é importante para o bem estar animal e melhorar o seu desempenho reprodutivo. Uns pesquisadores observaram o efeito da sombra proporcionada por piquetes em vacas lactantes e concluíram que as vacas com acesso a sombra apresentaram maior produção de leite diária total do que as que não se beneficiaram com sombra. Portanto, é importante de se manter as árvores e construir abrigos para que os rebanhos de criação possam suportar as altas incidencias de raios solares e melhorarem o seu desempenho reprodutivo.

    Abr. 3 - v. 6, No. 14, p. Art. 1345-1351 (2012)

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