Resultado da pesquisa

  • Temos por objetivo estimular a reflexão das pessoas, quanto ao exercício da atividade de rodeio e o tratamento recebido pelos Touros, sempre respeitando seu bem-estar, junto com o ordenamento jurídico brasileiro que prevê as leis sobre esta prática. Sabe-se da polêmica estabelecida no território nacional acerca da autorização por parte dos municípios, para a realização das festas tidas como “Festa do Peão de Boiadeiro”, como são chamadas as festas de rodeio em várias regiões do país e para que esta polêmica finalize temos agora a PEC 304 que vem provar que os animais envolvidos nos rodeios são muito bem tratados.

    Janeiro - v. 12, No. 01, p. In Press (2018)
  • Em um ambiente de prova real e de grande competitividade durante o campeonato nacional realizado no município de Avaré-S.P. em julho de 2016, obteve-se imagens radiográficas da coluna cervical de 56 bovinos, machos ou fêmeas sem raça definida, com peso médio de 250 Kg. As imagens foram obtidas antes e depois das provas, por meio de aparelho digital com os animais contidos em brete e em posição quadrupedal. Os critérios avaliados foram: malformação, fratura, luxação e alteração de posição das vertebras. As imagens foram estudadas por 2 avaliadores em separado e ambos não encontraram lesões anteriores ou posteriores à prova no grupo de animais estudados. Este resultado nos permite concluir que, nas condições deste experimento, não houve alteração na coluna cervical dos bovinos provocada pelo ato de laçar estes animais.

    Junho - v. 11, No. 06, p. 538-645 (2017)
  • O rodeio, prática muito difundida no Brasil e conhecida em todo o mundo, ocasiona uma maior interação do homem com o animal, gerando neste último diversas alterações comportamentais. Esta pesquisa teve o objetivo de verificar as variações de comportamento decorrentes de rodeio de touros. Foram observadas 228 montarias de touros em rodeios nas cidades de Ibiá, Monte Alegre de Minas, Uberaba e Uberlândia (MG). O rodeio foi dividido em fases: brete, trabalho e retorno. Os animais foram observados seguindo três parâmetros de comportamento: dócil, normal e agressivo, sendo avaliados nas três fases do rodeio. Com a análise estatística (teste de z) verificou-se diferença estatística significativa nos dados avaliados. Foi concluído que os touros de rodeio alteram o seu comportamento entre as fases de brete e trabalho aumentando a agressividade e entre as fases de trabalho e retorno, os touros mantêm o comportamento ou diminuem a agressividade.

    Jul. 3 - v. 5, No. 26, p. Art. 11765-1170 (2011)
  • Realizou-se pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo em rodeios do estado de Minas Gerais com o objetivo de analisar os efeitos dos equipamentos (sedém, corda americana e esporas), utilizados nos touros durante a prática do rodeio, bem como analisar o próprio equipamento fazendo mensurações dos mesmos, identificar as regiões do corpo do animal que mais sofrem lesões durante a montaria e ainda verificar se existe alguma relação entre o lado de queda dos peões, a mão que o peão segura e o sentido do giro do touro durante a montaria com o lado do corpo do animal em que ocorreram as lesões. Foram observados 231 animais após a montaria. Observou-se que 68,80% dos animais não sofreram nenhum tipo de lesão devido ao uso dos equipamentos. A região que mais apresentou lesões foi a região do costado. Os resultados mostraram ainda que, estatisticamente, não existe nenhum tipo de relação entre o lado de queda dos peões, a mão que o peão segura e o sentido do giro do touro durante a montaria com o lado em que houve lesões nos animais.

    Jul. 1 - v. 5, No. 24, p. Art. 1150-1156 (2011)

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