Resultado da pesquisa

  • Este trabalho teve como objetivo descrever o comportamento da Proteína C Reativa (PCR), comparada aos resultados do California Mastitis Test (CMT) em vacas leiteiras. Foram utilizadas 28 vacas produtoras de leite para a detecção de mastite subclínica. Dentre estes animais, 21 (75%) foram positivas no teste do CMT e 10 (35,7%) foram positivos para a PCR. Ao analisar os resultados pelo teste McNemar foi possível concluir que os testes diagnósticos não possuem relação estatística. Pode ser concluído que a PCR pode ser utilizada como auxiliar na interpretação de diagnóstico para mastite subclínica, quando associada ao CMT.

    Setembro - v. 11, No. 09, p. 840-946 (2017)
  • O grande desenvolvimento de métodos moleculares permitiram uma revolução na detecção e quantificação de agentes patogênicos, tanto na saúde humana como na saúde animal. A reação em cadeia da Polimerase (PCR) e seus derivados metodológicos permitem hoje a identificação de doenças precocemente, a identificação de animais portadores de doenças, evitando sua dispersão na prole ou rebanho, bem como o diagnóstico preciso e rápido, permitindo uma rápida intervenção, o que aumenta a sanidade dos rebanhos e conseqüentemente, a qualidade do alimento oferecido ao consumidor. 

    Maio 2 - v. 4, No. 18, p. Art. 830-836 (2010)
  • Este estudo avaliou a PCR como técnica molecular para determinar o sexo das aves empregando o par de primers alelo-específico, P2/P8, para o gene CHD, localizado nos cromossomos sexuais (Z/W) das aves. O resultado eletroforético demonstrou dois alelos para as fêmeas (ZW) e um nos machos (ZZ), sendo heterogaméticos e homogaméticos, respectivamente. Foi observado que há variação entre os tamanhos dos pares de base (pb) entre as espécies. Estes dados mostram que esta técnica é acurada e segura para a determinação sexual das aves, pois demonstram que o gene GHD está conservado nas aves.

    Jan. 3 - v. 5, No. 03, p. Art. 1005-1011 (2011)
  • Mycoplasma haemofelis é uma bactéria pleomórfica que parasita as hemácias de várias espécies domésticas e de potencial zoonótico. O presente relato apresenta o caso de um felino, fêmea, não castrada, dois anos de idade, da raça persa com histórico de anorexia, leve desidratação, prostração, escore corporal entre 1 e 2, letargia, linfonodos mandibulares e poplíteos aumentados de tamanho, mucosas levemente hipocoradas, TR 40.3ºC, urina concentrada e esplenomegalia moderada. O resultado da avaliação hematológica, bioquímica e o exame de PCR apontaram para o caso de micoplasmose felina. A terapêutica instituída com doxiciclina e dexametasona resultou na cura clínica do paciente. 

    Jul. 1 - v. 8, No. 13, p. 1551-1697 (2014)
  • Objetivou-se, com este trabalho testar três diferentes protocolos de extração de DNA, sendo dois para amostras de sangue e um para amostra de bulbo de penas, considerando a eficiência de extração, a quantidade, a qualidade do DNA extraído e o custo de extração. Foi coletado sangue de galinhas caipiras, através da punção da veia braquial e foram coletadas as penas da região peitoral em uma propriedade localizada no estado do Rio de Janeiro. Os protocolos testados foram: 1) Extração alcalina rápida pela coleta de sangue total; 2) Extração alcalina rápida do bulbo das penas da região peitoral e 3) Extração de DNA com kit comercial (Nucleo Spin® Tissue) para sangue em FTA Card (NucleoCard). Em todos os protocolos, após a extração, as amostras foram quantificadas e verificadas a concentração e a qualidade do DNA, através de espectrofotometria. Constatou-se que os protocolos 1 e 2 apresentaram bons resultados na quantidade do DNA extraído, porém contatou-se alta concentração de proteínas. No protocolo 3, observou-se baixa quantidade de DNA extraído, mas apresentando maior pureza. Todos os protocolos mostraram-se satisfatórios quanto à qualidade na amplificação, entretanto, pode-se concluir que os protocolos de extração alcalina (1 e 2)apresentaram maior facilidade de uso, rapidez na extração e menor custo quando comparados ao protocolo 3

    Nov. - v. 9, No. 11, p. 467 - 501 (2015)

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