Animais de companhia: o que representam?

No passado os animais tinham finalidades específicas para a sociedade. No caso específico dos cães e gatos eram usados para caça. Os cães eram usados como animais da caça, com a finalidade de alimentar a família. Os gatos, por sua vez, eram usados na caça de animais invasores das moradias.

No entanto, na sociedade moderna, estes animais e outros, como os coelhos, hamsters, pássaros, passaram a ter outro significado para a sociedade.

Anteriormente, a família era constituída de homem (marido), mulher (esposa) e vários filhos, variando de 1 a 15. No entanto, esta configuração alterou-se de forma significativa. Continuamos com marido, esposa e filhos, mas com outra configuração. Não temos mais tantos filhos. Uma família com três ou quatro filhos é numerosa. Além disso, a mulher adquiriu uma posição muito mais independente e inserida no cotidiano. Ainda mais, o caso de pessoas que vivem sozinhas aumentou de forma significativa.

Na realidade, o ser humano é um ser social, i. é., necessita viver em sociedade e participar das ações desta mesma sociedade. Assim sendo, o ser humano necessita de vida ao ser redor. Desta forma, com a redução do tamanho da família, independência dos filhos, trabalho fora do lar da mulher, aumento da longevidade, entre outros, deu possibilidade à sociedade inserir cada dia mais no seu cotidiano um animal de companhia. Este animal de companhia ocupa um espaço cada vez maior. Por outro lado, as empresas sempre estão “linkadas” nos processos de modernização da sociedade.

Assim, grandes empresas estão investindo recursos vultosos neste segmento do mercado: o mercado relacionado ao segmento PET aumentou de forma geométrica nos últimos 20 anos no Brasil, acompanhando o mesmo caminho seguido pelos americanos e europeus.

Embora o mercado esteja “plugado” nas atividades econômicas deste segmento, o mais importante é a sensação de bem estar das pessoas que convivem com os animais de companhia.

Estes animais se tornaram símbolo de bem-estar no seio das famílias, tanto para os mais velhos, como para as crianças. Este mercado poderá atingir números impressionantes nos próximos anos, quando comparado ao crescimento dos mercados americanos e europeus. Esta é uma boa notícia para a empresas do segmento PET, assim como para os amantes dos animais de companhia.

O editor-chefe.

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