v. 11 No. 01 p. 1-102 (2017) >>

Gigantismo fetal em cadela: Relato de caso

  • Gigantismo fetal em cadela: Relato de caso

    Ingrid Rabelo Rodrigues, Átilla Holanda de Albuquerque, Hermógenes Josniel Rocha Macedo, Jéssica Mara da Costa Silva, Ycaro Freitas Fernandes, Aline Silveira Feitosa, Richard Elaino de Oliveira Ferraz

    Resumo

    A distocia secundária ao gigantismo fetal constitui um achado relativamente raro em medicina veterinária de pequenos animais, com poucos casos relatados na literatura. O parto distócico ocorre quando não há uma expulsão bem sucedida do feto e acomete 5% de fêmeas gestantes, principalmente de raças pequenas e braquicefálicas. Esta pode ocorrer por vários motivos que podem estar relacionados à mãe, ao feto, ou a ambos. O diagnóstico é baseado em sinais clínicos, radiografia e ultrassonografia. Dependendo da condição clínica, o tratamento pode ser feito através de manobras obstétricas manuais ou por técnicas cirúrgicas. O tratamento cirúrgico deve ser instituído com urgência, pois o atraso do mesmo pode desencadear choque por obstrução da grande circulação e endotoxemia. O objetivo desse trabalho foi relatar um caso de uma cadela da raça pinsher, de 5 anos de idade, com gestação de aproximadamente 62 dias que ao ser encaminhada a Policlínica Veterinária Metropolitana, Caucaia - Ceará (HVM), apresentando dificuldade de parição há 48 horas e anúria. A ooforo-salpingo-histerectomia demonstrou ser uma escolha viável como tratamento cirúrgico em casos de distocia secundária ao gigantismo fetal.

    Palavras-chave

    Canino , distocia , feto grande , gestação , nascimento , ooforo-salpingo-histerectomia

    Texto completo:

Janeiro

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